segunda-feira, abril 27, 2015

The Proclaimers, além de "I'm Gonna Be (500 miles)"

Sabe quando tu conhece uma música de ouvir em seriados, filmes, mas nunca procura saber de qual banda ela é? Bem, assim foi a minha "história" com The Proclaimers, essa banda escocesa de folk rock, que existe desde 1983. Já tinha ouvido a música "I'm Gonna Be (500 miles)" na trilha da série How I Met Your Mother Mas, achei que se tratava de mais uma daquelas "bandas de uma música só", e me enganei! Pesquisando soube que ela já tocou em Family Guy e até em Doctor Who.

O curioso é que (indiretamente) foi o Doctor Who que me fez buscar a discografia da banda, mas não por ter ouvido a música na série. E, muito provavelmente, a música tenha entrado na trilha por conta do 10º Doctor, Sir. David Tennant, já que ele é um grande fã da banda e tem esse clipe da música com toda galera, só pode ser (ver no final do post). Tennant sempre comenta alguma coisa sobre eles nas entrevistas, e num congresso nerd recente ele voltou a falar da banda. Foi então que resolvi ouvir pra saber o que ele vê de tão interessante. Enfim, não sei se é isso mesmo, mas pode ser, e seria legal. Porque David é um fã ilustre e conhecido da banda, e recentemente até recebeu um prêmio da TV Britânica das mãos da dupla.

Sim, a "banda" Proclaimers é formada por uma dupla, irmãos gêmeos, Charlie e Craig Reid, lançaram seu primeiro álbum "This is history" em 1987, embora  já estivessem há 4 anos "na estrada". O primeiro single de grande sucesso nesse álbum foi Letter from America, a qual atingiu o "top 3" no Reino Unido e Irlanda. E, por falar do álbum, nem sei bem como descrever esse primeiro disco. É bom, e nostálgico (pra mim), pois remete aos anos 60, misturado com algo anos 80 e o "estilão da banda".

Aliás, estilo presente em todos os álbuns até hoje. Digo "estilão" porque eles têm um sotaque irlandês muito forte, o que dá um ar muito mais folk e original para as músicas. Além de ser muito expressivo. Particularidade que eu adoro, cantam com a alma, dá pra sentir, e é divertido (e bonitinho). Às vezes, lembra The Pogues, mas pouco, porque Pogues é mais folk que qualquer outra coisa.

A "doida" "I'm Gonna Be (500 miles)" aparece no segundo álbum, Sunshine on Leith (1988). E esse outro é, ao contrário do que possa indicar, um álbum calmo - evidencia: a canção que dá nome ao álbum é uma baladinha, a "500 miles" é a mais animada (e não parece mais tão louca depois que se ouvem as outras músicas da banda). As músicas nesse álbum são mais folks, guitarra e cordas bem marcantes, ritmos e etc. Outro destaque (pra mim) é a música "Then I Met You", ela é contagiante, pra entenderem melhor, vou deixar o vídeo aí no fim do texto (pode pular pra lá, se quiser, eu não ligo!!). Outra fofinha desse trabalho é a "Come on Nature" e a evidencia folk está na "I'm on my way" e o estilão + folk em "Oh Jean".


Bom, os Proclaimers têm uns dez álbuns de inéditas, um de bônus tracks e mais umas coletâneas (claro, muito tempo de estrada), por isso não vou descrever um por um aqui. E vou falar só de mais um deles que (em princípio) é o meu preferido: Hit the Highway (1994)!

Se tiver que procurar só um (o que seria bobo porque no Spotify tem toda discografia), essa é a minha aposta!!! Foram as músicas com as quais mais me identifiquei, as mais retrô. E tem a "Let's get married", que simplesmente resume porque não consigo mais parar de ouvir essa banda. O sotaque, a melodia, tudo perfeito! E tem várias mais animadas. Músicas como "Shout Shout", "Follow the Money", "Don't Turn Out Like Father" e outras são perfeitas pra colocar naquelas playlists que levantam o astral, ou pra viajar.

Os álbuns mais recentes as músicas foram ficando mais sérias, e tem mais baladas, perdendo um pouco aquela "animação" do começo. Mas, ainda são boas músicas, só não me agradaram tanto quanto as mais antigas. E por motivos óbvios, é o que se espera de uma pessoa que curte rockabilly. O fato é que, a banda tem muita coisa pra ouvir e vale a pena ir conhecendo. Foi o que me tirou um pouco do vício "Stornoway" nas últimas semanas.

E por fim, algumas amostras pra ver se convenço mais alguém de que a banda é boa mesmo! :D


A minha favorita, Let's Get Married (favor reparar na cidade maravilhosa, desértica e casamenteira do clipe! Vegas s2):



E, como prometido, Then I Met You, a Folk, Folk:





E, fica aí com "I'm Gonna Be (500 Miles)" pra nunca mais sair da cabeça - Versão de clipe ESPECIAAAAL com a produção do Doctor Who, incluindo David Tennand e os caras da banda:




Gente, combinou muito essa música com a galera da série, momento favorito: Ood!


sábado, abril 11, 2015

Stornoway, The Band!

Essa semana tive contato com essa banda chamada "Stornoway". Novamente o Twitter trazendo boas novas! Dessa vez, a indicação foi feita pelo vocalista da Travis, Fran Healy. A Stornoway acaba de anunciar a venda do novo álbum "Bonxie" [Mais infos aqui!]. E, como sempre, fui bisbilhotar o perfil da banda e tive essa nova experiência com esse estilo "British alternative indie folk". Comecei ouvindo o primeiro álbum "Beachcomber's Windowsill" de 2010.


Mas, antes, um pouco de história!

A banda é de Cowley, Oxford, e a história do nome é bem convencional, mas bonitinha. (é impressão minha ou atualmente as bandas quase não falam mais a origem dos seus nomes, e nem gostam de falar disso?). Depois de juntar a banda eles começaram a pensar em nomes, fizeram listas, brainstorms, queriam algo que remetesse a um lugar distante, remoto, e não conseguiam decidir. Então, listaram o que os nomes tinham em comum e chegaram a vários nomes de cidades costeiras. Stornoway estava sempre ali, querendo ser escolhida, então, adotaram esse nome, de um lugar que nunca haviam visitado antes. Em entrevista o vocalista brinca que na previsão do tempo, Stornoway está sempre no topo da tela, segundo ele uma ótima estratégia de marketing!

Mas, vamos falar de música! A banda é louca, à primeira "ouvida", se tu ouve todos os álbuns misturados. O primeiro é o meu preferido (por enquanto), por trazer uma variedade incrível de estilos, ritmos e etc. O vocal é único e muito bom, diferente, afinado, e "sweet", assim como as melodias. Não posso ser muito técnica a respeito, mas gosto do som folk das cordas e batidas de algumas músicas, da mistura de elementos, de piano, tecladinho (80s), baixo destacado e tudo mais. É um tipo de música que faz viajar. E, às vezes, algumas músicas, lembra Beatles (e esse é o ponto negativo pra mim - porque não gosto de Beatles).

Quando li sobre a origem da banda, depois de ter ouvido o primeiro álbum, logo lembrei da The Joy Formidable. Não que as músicas ou estilos sejam parecidos, mas porque ambas trazem algo que nem sei como explicar, são melodias inspiradoras. Parece que nada que tenha sido inspirado naquela região da Escócia ou North Wales pode ser ruim. O fato é que ouvindo as músicas tanto da The Joy Formidable quanto da Stornoway, parece que somos levados para um universo diferente, de paisagens lindas, tranquilo e intenso. Invento aqui a teoria de que isso se deve ao lugar, cultura de respeito à vida pelo contato com a natureza. Adoro inventar! :P

Mais uma vez, compartilho aqui a impressão que tive, pessoal e bem particular, mas que vale a pena conferir. Pessoas (ou ETs como eu) que curtem Indie Rock, que têm a mente aberta, ou que estejam precisando renovar a lista de bandas e playlists.


Quem quiser ouvir o primeiro single do novo álbum "Get low", pode assistir ao vídeo aqui: Stornoway - Get Low (Official Video).

CONTUDO, essa não é a que melhor retrata o que acabei de descrever, por isso deixo "mais acessível" esses outros vídeos: o primeiro "I Saw You Blink" (muito indie por sinal, e me faz lembrar dos maléficos "Angels" do Doctor Who - fazer o quê?) e o outro é da música "Here comes the Blackout", que tem essa pegada folk bonitinha.



- "I Saw You Blink"




- "Here Comes The Blackout"







Hope U like it! :)

segunda-feira, março 30, 2015

New Politicians: Post punk para engrossar a lista do tal indie rock!

Volta e meia estou tagarelando no Twitter sobre música, sigo muitas bandas pra saber o que está acontecendo e, talvez porque essa seja mesmo uma boa utilidade do Twitter, com muita frequência fico sabendo de novas bandas, por elas mesmas. Explicando: algumas bandas alternativas, muitas de de indie rock, usam esse canal não apenas para enviar spam, o que é chato pra caramba (se você tem uma banda, por favor, não faça isso), mas também para interagir ou seguir as pessoas, o que é bem legal.

Uma tática que funciona com pessoas curiosas como eu. Quando uma banda me segue, costumo visitar o perfil e dar uma espiada no site, ouvir o tipo de som que ela faz e etc. Bem, muitas vezes a banda é ruim ou de um estilo que não me agrada. Mas, às vezes tenho boas surpresas, como a de hoje, quando fui seguida pela "New Politicians".

Ao checar o perfil no Twitter, site da banda, e Spotify, vi que a banda é boa. Se acessarem o Twitter deles vocês vão ver os comentários das pessoas. Algumas delas os comparam com Joy Division, e eu acrescentaria aí o Interpol. Sim, porque essas três bandas têm em comum a classificação de pós-punk (ou "post-punk"), considerado mais introvertido, complexo e experimental do que o punk rock.

O estilo teve origem na Inglaterra, é claro, mas influenciou a música do mundo inteiro. Isso explica porque tantas bandas parecem britânicas, e agente custe a acreditar que sejam de cidades como NY, ou de Copenhagen. No Brasil temos Renato Russo, que simplesmente amava o estilo, e a Joy Division, e isso fica bem claro quando se ouve os trabalhos dele, principalmente o álbum solo.

Mas, eu prefiro não me apegar a essas classificações. Afinal, existe só dois tipos de música: a boa e a ruim, e tudo isso está relacionado com o gosto de cada um, que é particular demais pra se encaixar em "tipos" tão bem determinados. O estilo de música que eu ouço varia de acordo com o meu humor, e tem que ser boa, tem que me "tocar". E nesse bolo minha playlist fica sempre inundada de variados tipos de som, bandas e "categorias".

Como eu não sou muito do tempo do Joy Division, não sou fã da banda, conheço muito pouco [Aliás é por isso que gosto mais da versão de The Killers pra Shadow Play, o que faz os fãs de JD ficarem indignados! haha].

Voltando à "New Politicians", eles têm essa influência (assumida) no pós punk (inglês), lembra bandas do mesmo "estilo", mas é original com "indie songs" pra ninguém botar defeito.  Por isso fiz questão de compartilhar a descoberta e dizer que vale a pena conferir. Quem curte rock alternativo volta e meia sente necessidade de ouvir coisas novas, e quando se procura por playlists de indie rock nesses aplicativos ou sites (ditos) especializados, o que se encontra é mil bandas fazendo sempre a mesma coisa.

O único ponto negativo que eu percebi na New Politicians é que eles têm apenas 7 músicas, por enquanto. Espero que isso mude em breve. O mundo precisa de bandas novas, de bandas boas como essa!

Quer ouvir/ver um pouco mais, assiste o vídeo aí:



PS: E eu que adoro buscar semelhanças... reparem na semelhança do álbum deles com a do "The boy with no name" do Travis! Outra banda que, se tu não conhece, não sabe o que está perdendo! :P 

sexta-feira, março 13, 2015

Gerard Way e seu Hesitant Alien

Só hoje, quase seis meses depois do lançamento, parei pra ouvir com calma o álbum de lançamento da carreira solo de Gerard Way (My Chemical Romance) o famigerado "Hesitant Alien". Estava pensando em resumir minha avaliação num tweet, mas não me contive, e aqui estou: quebrando o silêncio de meses no blog pra falar de música. Mas não de qualquer tipo de música, e sim daquele estilo que 50% da população desconhece, e uns 49% que até conhece, despreza.

Gerard Way "fechou" o My Chemical Romance, foi se dedicar aos quadrinhos, sua paixão, mas não por muito tempo. Os fãs da banda não o deixaram, e parece que a ligação com a música também não. Daí, em vez de ligar pra galera e tentar reunir a banda, ele resolveu lançar um projeto solo. Eu curto alguns álbuns do MCR, eles têm músicas geniais, incríveis e coisa e tal. E odiei a ideia desse projeto solo desde o início.

E o resultado, esse tal de Hesitant Alien, a primeira ouvida, lá em setembro, bem como a comunicação nas mídias digitais que o Gerard iniciou me deixou meio desconfiada. Não gostei! Mas os fãs estavam todos lá, vibrando, e vieram os shows. E veio o personagem "Lola + G", uma simpatia de urso cor de rosa. Nunca fui buscar a origem disso, nem sei direito pra que serve, mas a Lola é um show de simpatia no Twitter, interage com os fãs e coisa e tal.

Mas, vamos ao som! Afinal era pra isso que serviria esse texto. Pode-se dizer que esse álbum revela um Gerard Way Mega Indie, se cortarmos "Millions" da lista. Essa música em especial é meio boba. E quando eu estava torcendo o nariz pra essa carreira solo, ela apareceu e eu tive certeza de que não valeria a pena. MAS, por sorte o álbum tem 11 músicas, e as outras são bem mais interessantes. Action Cat (minha preferida), Zero zero, No shows... São legais.

Entretanto, vale lembrar que de som indie o mundo está cheio, e todos meio que se parecem. Isso, por si só já seria um ponto negativo. O estilo indie é meio repetitivo em Hesitant Alien, trás pouca singularidade. Além disso, o mais legal da "personalidade até então conhecida" do Gerard Way era a voz, ele sempre foi muito competente nisso com o "My Chem", e isso ficou de lado pra atender esse estilo indie de voz desfocada, perdida em ruídos. E foi algo que me chateou um pouco.

O que esperava era um pouco de rock, um pouco da gritaria e das melodias dos tempos de My Chem - como em Juarez (faixa 7). E o que veio foi algo novo e bem diferente. Não é ruim, e estou ouvindo o álbum pela terceira vez. Mas, é inevitável a comparação.

Esse prazer de ouvir um pouco do My Chemical Romance está no álbum do Frank Iero, sobre o qual, talvez, eu venha a escrever depois. O projeto Frank Iero and the Cellabration é incrível e merece atenção!

Pra encerrar, deixo o áudio oficial de Action Cat e, pra não desmerecer o trabalho, uma apresentação ao vivo da música, que mostra como o Gee consegue ser bom apesar do tempo! :´D

Ao vivo!

sexta-feira, janeiro 23, 2015

Google Tradutor é rei!

Ontem mesmo estava tuitando sobre o Google Tradutor e de como ele tem se aperfeiçoado e transformado as minhas comunicações nas mídias sociais. Sim, eu curto acompanhar pessoas dos mais diferentes lugares do mundo nas redes sociais e de interagir com elas. Mas, eu não tenho todo conhecimento do mundo em todas as línguas, então recorro muito ao Tradutor do Google.

E eu bem me lembro do quão tosco ele era no começo. Nunca se poderia digitar uma frase, às vezes nem mesmo uma palavra, e conseguir uma boa tradução. Era quase sempre muito literal e as frases ficavam absurdas. Agora, com a nova ferramenta, ele mostra sugestões e alternativas para as palavras, dá dicas do idioma, simplesmente perfeito.

Outra ferramenta, que eu acredito seja nova, é o tradutor rápido, quando você busca apenas pelo termo "Tradutor", a resposta é quase instantânea e salva vidas! Principalmente para quem interage no Twitter. Tenho uma "amiga" na Russia, outra na Alemanha, no EUA, e essa ferramenta ajuda muito a tirar dúvidas e a se comunicar.

É claro que não é perfeita, mas ajuda muito, inclusive nas aulas de alemão. A tradução Português-Alemão, ou Português-Russo não é perfeita, mas quando se traduz do inglês para essas línguas o resultado é bem aproximado. E o legal é que assim você vai testando seus conhecimentos em três idiomas ao mesmo tempo.

Tentei buscar um artigo que mostrasse a evolução do aplicativo, ou pelo menos mostrar como foi a ordem de modificações, não achei... e vou deixar assim mesmo, sorry!

:P

quinta-feira, janeiro 15, 2015

Paid Search, é a descoberta do dia!

Um tipo de publicidade contextual em que proprietários de sites pagam uma taxa de publicidade, geralmente baseado em cliques ou visualizações para ter seus sites aparecendo nos resultados de busca na Web, de preferência na primeira colocação das páginas de resultados do motor de busca.

Alguns motores de busca, como o Google, deixam bem claro para os usuários quais os resultados de pesquisa são "orgânicos" e quais são pagos, ou patrocinados.

Diz-se "contextual" na falta de uma palavra mais adequada. Acontece que um conjunto de palavras-chave definida no momento de patrocinar os conteúdos é associada a busca dos usuários. É como a estratégia de SEO, porém com foco em "links patrocinados".


terça-feira, dezembro 30, 2014

Processo Svchost.exe trava o pc

Apesar de supostamente ter encontrado uma solução para o problema causado pelo processo Svchost no Windows 7, venho aqui comunicar que não, não foi resolvido com a dica publicada aqui: Como fazer o processo Svchost.exe parar de travar o pc

Hoje fiz um novo teste. Esse serve para o Windows 8 e também para o Windows 7, e promete acabar com esse problema de ocupar 100% do disco, com a memória e a paciência da gente. Fiz o procedimento nas duas versões do windows e estou aguardando para saber se realmente funciona.

Essa nova "solução" é uma medida paliativa, porque acaba com o problema, mas pode causar outros. Enfim, a dica agora é parar o serviço Windows Search. Essa parece ser a forma mais imediata pra conter esse problema causado pelo svchost. Algumas tarefas deles vão continuar abertas, mas aquela que usa toda a memória do computador, pelo menos, não. Essa dica foi tirada do fórum da Microsoft na comunidade do Windows 8 (veja aqui).


Aqui mostro dois caminhos para desativar esse serviço:

1- Acesse o ícone "Ferramentas administrativas" no painel de controle, depois acesse "Serviços" e localize "Windows Search" entre os serviços listados.

2- Abra o "Gerenciador de tarefas do Windows" clicando com o botão direito do mouse sobre a barra de ferramentas, selecione "Serviços" na tela que abrir, depois clique no botão "Serviços" abaixo, à direita na tela.

Depois clique em "parar o serviço" no link que aparece no topo dessa tela, à esquerda.

De acordo com as pesquisas que realizei em fóruns, é isso ou trocar de sistema. Esse problema com o processo svchost.exe tem acontecido bastante com o Windows 8, e nos fóruns sempre dizem para tentar algumas ações e, se não der certo, voltar para Windows 7. Mas, esse problema está presente também no 7. Então, em caso de todas as tentativas falharem e você não tiver grana para um Mac, o jeito vai ser esperar pelo próximo rwindows, que logo logo estará por aí.

Se alguém testou esse ou outros procedimentos, se tiver alguma outra dica, por favor, deixem aí nos comentários. Obrigada! :)

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