quinta-feira, dezembro 31, 2015

TOP 10: As músicas e bandas mais ouvidas de 2015!

Como esse ano fiz vários posts com as músicas mais ouvidas (da semana, do mês e etc - se quiser conferir acesse os posts aqui) aproveitando as estatística do LastFM, que pra quem não conhece é um sistema bem divertido que vai somando e registrando tudo que tu ouve, resolvi fazer também o post das músicas mais ouvidas do ano de 2015.

Eu, particularmente, gosto de consultar essas estatísticas do last FM pra ter uma ideia do todo, do que tenho ouvido. Sei lá, gosto de dados assim, organizados! Os números, no caso das músicas e bandas ouvidas denunciam alguns vícios. Como evidencia a lista que segue.

As bandas mais ouvidas em 2015




The Killers, claro, sempre, segue liderando o ranking, assim como The Joy Formidable, que sigo ouvindo muito, e as surpresas do ano: Tocotronic (que já falei sobre aqui), Stornoway (que já falei aqui) e Scalene (que tem recheado os posts TOP 10 e sobre a qual falei aqui - que por sinal aparece também nos posts mais acessados do ano).



Na lista de álbuns mais ouvidos do ano, oops! Mais vícios...





Scalene de novo, Brandon Flowers que, na falta do álbum novo (The Disired Efect) acabe ouvindo Flamingo mesmo, que também é muito bom! E a curiosidade aqui fica por conta do Álbum Tocotronic, que na verdade se chama ROT - é o álbum mais recente da banda. Mas, por algum motivo o Spotufy e em outras mídias aparecem como Tocotronic. E senti falta de Morrissey e Queen, os quais resgatei esse ano e curti muito.


As 10 músicas mais ouvidas de 2015

  1. Scalene Surreal
  2. Stornoway I Saw You Blink
  3. The Killers Human
  4. Brandon FlowersLonely Town
  5. TocotronicDie Erwachsenen
  6. Brandon Flowers Can't Deny My Love
  7. The Joy FormidableWhile the Flies
  8. Brandon FlowersUntangled Love
  9. Scalene Legado
  10. The KillersChange Your Mind

Sobre a number one, confesso que me surpreendeu, ouvi muito, mas não sabia que era tanto. Já as demais, todas estão entre as dez mais porque realmente são viciantes, adoráveis. e quem não conhece, recomendo! Uma que senti falta nessa lista é When it goes wrong da Sound Bullet, que tenho ouvido demais. É dessas músicas que só de ler o título já dá vontade de ouvir. E também de Bows & Arrows do  Kaiser Chiefs. Gente essa música grudou mais que chiclete e eu ainda amo!


E outro "artista" e músicas que não apareceu nessas listas e que senti falta, foi o Frank Iero. O Álbum de estreia dele, depois de My Chemical Romance e todas aquelas tretas, o frank Iero andthe Celebrates - Stomachaches é maravilhoso e eu ouvi muito esse ano. Então fica o registro.

E assim "passo a régua" e encerro 2015 com dados estatísticos produzidos por mim sobre o que eu ouço, e é bem egocêntrico mesmo, dane-se o que toca pelo mundo, nas paradas ou nas novelas. Eu vivo num universo paralelo, sempre vivi, e viva a internet que nos permite ouvir o que quisermos!

Que venham boas e novas para 2016! :D


segunda-feira, dezembro 28, 2015

Songs Of Innocence o (novo?) álbum sensacional do U2!

E o ano quase acabou sem Songs Of Innocence, do U2, pra mim! Conseguem acreditar nisso? Estava tão desanimada com o U2 nos últimos álbuns lançados, que nem fui ver o que tinham aprontado no álbum mais recente. Lembro do episódio das músicas no iTunes e das pessoas reclamando, motivo pelo qual nem quis ouvir. Ou, se ouvi, não dei importância, nem sei. Mas, a grôbo e suas propagandas sobre a exibição do show deles agora no fim de 2015 me fez lembrar dessa banda que tanto me alucinou no passado.


Então, antes de dormir fui para o Spotify pra ouvir alguma coisa e dei de cara com esse "novo álbum" e quase o rejeitei, mas pensei melhor e "ah, não custa". E ainda bem que pensei assim, porque já na primeira música (The Miracle (Of Joey Ramone)) minha atenção foi fisgada.

O álbum parece muito novo, e é, ao mesmo tempo, tão U2, que fiquei emocionada (quase sem exagero). Fazia muito tempo que não ouvia um álbum inteiro do U2 sem pular faixas chatas e músicas enjoativas. Mesmo nos mais pops, cheio de HITS, eu odeio todos os hits! E ficar ouvindo sempre as músicas antigas, ou 5 músicas de cada álbum é muito deprimente, por isso havia parado de ouvir.

Lendo sobre a história de como o álbum foi "concebido", deu pra entender porque ele é tão perfeitinho. Bono (esse lindo!) deu algumas entrevistas dizendo que queria algo melhor que o No Line On The Horizon (que até que é bom, mas nem tanto). E eles levaram anos pensando e melhorando cada faixa.
Tematicamente, Songs of Innocence relembra a juventude dos integrantes irlandeses, em homenagem às inspirações musicais de Ramones e The Clash, ao tocarem músicas da época de infância, namoros e arrependimentos. Bono descreveu Innocence como "o álbum mais pessoal que eu já escrevi". (fonte)

Resumindo: o resultado compensou a espera!

E agora tenho um álbum novo, cheio de músicas novas, instigantes, interessantes, é simplesmente lindo! O mais curioso é que enquanto ouvia eu percebia elementos muito presentes no indie rock atual, é como se eles tivessem sido influenciados pelas bandas que estão aí hoje, as mesmas que (muitas delas) se inspiraram por causa das músicas deles.


Faixa a faixa do Songs Of Innocence:

1."The Miracle (of Joey Ramone)"
2."Every Breaking Wave"
3."California (There Is No End to Love)"
4."Song for Someone" - Linda demais!!!!!
5."Iris (Hold Me Close)" - Muito U2, pelos melhores motivos!
6."Volcano" - do tipo legal que poderia virar a pop chata, :P
7."Raised by Wolves"
8."Cedarwood Road"
9."Sleep Like a Baby Tonight"
10."This Is Where You Can Reach Me Now"
11."The Troubles"


Algumas músicas me lembraram muito The Killers, o que me fez pensar muito em como vai ser o novo álmbum da banda, que espero não demore muito. Quem sabe (fiquei pensando/viajando) os caras do The Killers (que tiveram influência muito forte do U2) não ouviram esse disco, sentiram aquela vontade de fazer um álbum sensacional como os primeiros da carreira e estão agora compondo loucamente, músicas maravilhosas como essas do Songs Of Innocence?

Lembrei disso porque: adoro The Killers, quero música nova, quero mais músicas boas como as do primeiro álbum, que não por acaso lembra muito os primeiros trabalhos do U2. Em Songs Of Innocence o U2 parece ter voltado pro caminho da boa música e de banda maravilhosa! Eu tô encantada com eles outra vez. Desejo o mesmo para o The Killers, e que isso seja em 2016, pro ano ser o mais lindo desta década! :P

Pra ouvir online de graça: Spotify - Deezer

E deixo aqui a minha preferida (por enquanto) por ser indie rock na veia e com toda personalidade que o U2 sempre teve: Raised by Wolves!

\o/

domingo, dezembro 27, 2015

Retrospectiva 2015, posts mais acessados do ano!

E o ano no blog foi de Backstreet Boys, Scalene, Brandon Flowers, New Politicians, Gerard Way e Soundbullet!! Os posts mais acessados do ano foram, sem dúvida, das coisas mais legais que aconteceram musicalmente pra mim esse ano.



O mais acessado entre os posts escritos esse ano foi o do Show dos Backstreet Boys em Porto Alegre post em que contei como foi ver de perto a boy band mais incrível da história, que marcou demais a minha "juventude". :)

Depois, o segundo mais acessado foi o da Banda Scalene e o novo álbum, Éter. Esse foi uma surpresa, não esperava tantos acessos, e vejo que todos os dias ele tem mais e mais acessos. A galera chega pelas pesquisas no Google. Acredito que seja atrás de links para download, o que não compartilho. Espero que estejam clicando nos links para streaming, é um pouco melhor do que depender da pirataria.

E os demais posts mais acessados, com bem menos acessos, foram:


Fiquei bem contente com os resultados do blog esse ano, e mais ainda de esses terem sido os posts mais visitados, pois mostram bandas novas, diferentes e novos trabalhos. Destaco aqui a Soundbullet, banda muito boa! Assim como a New Politicians, dando uma cara nova pro cenário musical de quem, assim como eu, não aguenta mais ouvir sempre as mesmas coisas. Faltou aqui o post de Tocotronic, banda alemã muito boa, também de indie rock, músicas lindas!

Quem não leu, ou nem conhece as bandas aqui mencionadas, vai atrás, são todos muito bons. Até porque não falo de trabalhos que não gosto. Única exceção foi o novo álbul do Coldplay, cujo post ficou tenebroso, mas como sou fã da banda há tempos, e posso, dá licença! :) Se quiser ler, acesse:
O novo álbum do Coldplay: A Head Full Of Dreams!


Pra encerrar o post, a música mais linda e viciante do ano de 2015!



:)

domingo, dezembro 13, 2015

O Show da Legião Urbana em Porto Alegre foi um Grande Espetáculo!



Na última sexta-feira, dia 11/12, os Porto-Alegrenses receberam de peito aberto Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e convidados para o show de comemoração dos 30 anos da Legião Urbana.


E se fosse resumir esse post em poucas linhas eu diria que; sim, parece meio absurdo a banda Legião Urbana se apresentar sem Renato Russo. Mas, a saudade era tanta, e para muitos como eu, que não puderam ver a banda completa ao vivo, foi mais do que um consolo, foi a realização de um sonho. E o show poderia ter sido perfeito, não fosse as péssimas condições do local escolhido para o evento!

Considero de fundamental importância deixar registrado (e logo) que o Pepsi On Stage é o pior lugar para a realização de shows. E esse lugar medonho se tornou uma das principais casas de shows da cidade, como pode? A acústica é horrível, a pista bizarra, cheia de obstáculos. E a área VIP ocupa quase todo o espaço central. O ambiente é quente e desagradável. Onde eu fiquei tinha inclusive mosquitos atacando a galera. Mas sem dúvida o pior foi o som. Quase não compreendia o que os músicos estavam tocando, quase não dava pra entender o que falavam. Uma porcaria! Mas, era a Legião no palco!

Antes do show começar fiquei observando o público. O óbvio era a presença da galera acima dos trinta/quarenta anos. E o inesperado foi ver uma galera nova, adolescentes, em turmas, com camiseta da banda, e aparentemente tão ansiosos quanto os fãs das antigas. Quando as luzes finalmente se apagaram, o canto "é Legião" ecoou e foi emocionante. Vivenciar aquele momento antes visto somente em gravações dos shows foi emocionante. E quando, após um pequeno atraso, que nos deixou bem impacientes, Dado e Bonfá entram em cena.

Ver aqueles caras ali, ao vivo e a cores foi sensacional! Quebrando protocolos, chegam cumprimentando o público, e pra mostrar o nível dessa apresentação, já saem tocando Será! A plateia delira, pula, dança e canta alto. Eu perdi minha voz, que já estava pouca, ali na primeira música. E depois vem A Dança, Petróleo do Futuro e Ainda é cedo, e depois umas lados B como Perdidos no Espaço seguida da clássica Geração Coca-cola... Assim, intercalando hits absolutos e músicas menos conhecidas, e o povo cantando todas as letras com a alma, emocionados, quase não acreditando no que estava acontecendo.

Renato Russo fez falta? Sem dúvida que sim, mas o que fiquei pensando no decorrer d show foi que a Legião somos nós, Renato sempre dizia isso, e lá estávamos, ignorando o vocalista e cantando do nosso jeito, do jeito que aprendemos com o grande líder da banda. Inclusive, a interpretação dos vocalistas, que assumiram alternadamente as músicas, foi um pouco chata em alguns momentos. Fã de Legião gosta de cantar como o Renato Russo!

Foto; Fabiano do Amaral
André Frateschi cantou quase todas as músicas, mas Dado, e até o Bonfá, assumiram algumas canções. E foi lindo, eles são a alma da banda, e inevitavelmente, as músicas com eles ficaram melhores. Mas, outras pessoas cantaram, uma menina cantou Dezesseis (não sei o nome, não consegui entender), e um outro rapaz que também não sei o nome (paciência). E a grande surpresa da noite foi Paula Toller, que deu o ar da graça cantando duas músicas. A entrada dela no palco funcionou como uma volta no tempo. Estamos de novo nos anos 80, Legião e Kid Abelha no palco!

E depois da surpresa, e depois de tantos hits, a banda sai do palco e quando volta para o Bis, aparece nada mais nada menos do que "Faroeste o Cabloco". Inesperada, porque né? 10 minutos, letra infinita, e quando eles começam a puxar no violão o público canta cada verso, e pira do início ao fim da música. Foi pra lavar a alma! E quando a gente pensa que nada pode ser melhor, o show é encerrado com Que País é Esse? (essa porra do Brasil).

Ainda tinha muita música pra tocar, mas o espetáculo tinha mesmo acabado. A sensação pós show foi de satisfação, e acredito que tenha sido geral, pelas expressões nos rostos das pessoas que deixavam o Pepsi.

A minha participação nesse evento foi decidida de última hora, e só o que conseguia pensar depois é que dei muita sorte de ter dado tudo tão certo para que eu decidisse e fosse até lá. Cresci ouvindo Legião Urbana por influência das minhas irmãs, e fui compreendendo as letras conforme o amadurecimento, Na sexta, ouvindo aquelas músicas de novo, agora com 36 anos, tive uma compreensão ainda melhor, o que só fez crescer a minha admiração pela banda, e pela genialidade do Renato Russo.


E, se alguém pensou que seria tempo perdido um show da Legião "incompleta", saiba que foi um dos melhores shows que já fui na vida. Eu nunca tinha assistido show de Legião Urbana, nem mesmo cover, e estar ao vivo, com tantos fãs, dançando e cantando alto cada música, foi algo que certamente não consegui expressar por completo nesse texto, porque foi ma-ra-vi-lho-so!

Como estava longe, não teve foto que preste, nem vídeo. Está tudo gravado na minha mente! Que, aliás, poderia ser uma prática de mais pessoas, porque, sinceramente, ficar assistindo um mar de celulares levantados, tapando a tua visão do show, é uma bosta!

Sem mais!!
;)

sábado, dezembro 05, 2015

O novo álbum do Coldplay: A Head Full Of Dreams!

E saiu o novo álbum do Coldplay, A Head Full Of Dreams. Confesso que depois de ter ouvido a música de estreia "Adventure Of A Lifetime", lançada umas semanas atrás, não estava muito empolgada com esse álbum. Mas, como se trata de Coldplay, em respeito aos bons momentos que a banda já me proporcionou num passado nem tão distante, dei um crédito e ouvi (na verdade ainda estou ouvindo).



Antes de falar do que estou achando, é importante tecer alguns comentários sobre o perfil da banda:

Primeiro que Coldplay nunca foi muito estável em seus álbuns, do melhor ao pior, é sempre uma salada. Além disso, entre um álbum e outro, principalmente na música de lançamento, sempre causa uma estranheza - tem sempre uma mudança, que com o tempo se mostra coerente, tem uma ou outra música que te faz lembrar que é Coldplay. 

E sempre tem aquelas músicas que vão parar na novela, que viram tema de formaturas, aniversários, declarações de amor e até o slide show feito pela família com resumo do ano de um aniversariantes, sabem do que eu estou falando né? 

Esse tipo de música que tu gosta de primeira e na terceira já tá cansado (história da minha vida). Mas, eles sempre têm aquelas músicas que causam estranheza de primeira, nas próximas vezes que tu ouve fica na dúvida, e de repente ela se torna a música da tua vida. E, claro, sempre tem aquela música que tu até deleta da lista, de tão insuportável.

Convenhamos, não é toda banda que tem álbuns pra ouvir do início ao fim, sem pularmos uma única faixa. E o que eu quis dizer é que Coldplay definitivamente não é uma dessas bandas. Então o A Head Full Of Dreams segue esse "padrão" próprio da banda e, adiantando aqui o que tô achando: ele é menos ruim do que Ghost Stories, 2014. Não vou abrir um parênteses aqui pra falar desse álbum. Só quero dizer que acho chato pra caramba, uma decepção. Porque a música de lançamento não era tão ruim, e ao ouvir o álbum todo me deu sono!

E sobre o A Head Full Of Dreams?

A primeira e única vez que ouvi "Adventure Of A Lifetime" fiquei chocada, pensei "pronto, acabou a banda". Assim, com expectativa quase a zero, o restante do álbum me pareceu ok. A faixa que abre o disco, e que por sinal é a que dá nome ao trabalho, é boa. Lembra muito Coldplay que conhecemos. Depois, "Birds", é um dos pontos altos do disco, é uma música estranha, mas muito bonitinha. 

Do céu ao inferno, vem "Hymn For The Weekend", chata demais, nem tenho o que dizer, pop bobo, desnecessário! Everglow segue nessa linha meio pop lovesong super bobo sonolento. Não curti! Depois dela vem o terror de AOAL e a "Fun" (feat. Tove Lo) igualmente chata, essa moça do pop tem uma voz cansativa, a música é pior que a do outro álbum com a Rihana, ai vai dando um desânimo. 

Então vem mais esquisitice, meio que uma sobra de Ghost Stories, "Kaleidoscope" também não prestou, viu? É daquelas músicas quase instrumentais, que passam de uma faixa pra outra, esqueci o nome. Além dela tem também a "Colors Spectrum" no mesmo estilo. E voltamos pro lado Boring do álbum "Army Of One". Não sei se é porque o que vem antes já tá acabando com a paciência, mas é uma música fraquinha. 

Pra não perder de vez as esperanças, "Amazing day" vem pra acalmar os ânimos, ela tem uma melodia bonitinha. Nada demais, mas dá pra encarar! E "Up&Up" segue na linha enjoativa, ladeira a baixo, com direito a batida pop quase R&B, WTF? 

E assim termina a avaliação desse novo álbum do Coldplay: valeu o Download? Não muito, vale comprar, nenhuma das músicas. Queria vir aqui e fazer um review de tiete, faceiro, mas ficou difícil defender a banda, mais uma vez (embora não tenha feito um post sobre Ghost Stories (eu acho).

É uma pena, MAS, se sempre devemos olhar pelo lado positivo. Mais uma vez a banda não vai ter uma turnê pelo Brasil, vai passar em duas cidades (acho que SP e RJ), e não vou ficar com remorso de não ir. Já perdi as esperanças de um grande show com tanto álbum meia boca. E acho uma pena!

Eu não gosto de fazer posts falando mal. Quando comecei a escrever até achei que sairia algo legal, estava esperando me surpreender com alguma música, mas não aconteceu. E nem posso postar vídeo aqui, ou link para os áudios, porque eles nem liberaram streaming para o Spotify. Só tem a "Adventure Of A Lifetime" por enquanto. Não muito obrigada!


MAS! Quem sabe uma pra mostrar que a banda já foi sim, supimpa. Fica aí uma daquelas músicas deles que não me canso de ouvir. 


Green Eyes <3 b="">









sexta-feira, dezembro 04, 2015

Banda Scalene toca em Porto Alegre, finalmente!

Eis que chegou o grande dia: Banda Scalene toca em Porto Alegre, e que show! O cenário, logo que chego no evento é de descontração. No palco a banda de abertura, John Folk (que por sinal é muito boa), e na plateia rostos curiosos apreciam a boa música.

Com a câmera ruim, isso foi o melhor que consegui!

O show da Scalene começou um pouco depois do horário "marcado", mas quando entrou, naquele momento deu pra perceber a vantagem de um show num lugar como o Opinião. Intimista pela proximidade entre a plateia e o palco, percebia-se que ali estavam (de fato) fãs da banda. Pessoas que como eu nem estavam compreendendo que aquela gurizada entrando no palco era A BANDA SCALENE. 

E quando eles entram, pegam nos instrumentos e começam a tocar, o delírio se confunde com a necessidade de cantar. A sensação de estar junto de tantas outras vozes, soltando (provavelmente, como eu) pela primeira vez todas aquelas letras em alto e bom tom, é inexplicável. E o povo cantou todas as músicas, não só "Amanheceu" e "aquela que toca na novela". Foi bonito de ver, e a satisfação nos rostos deles foi nítida.

Ao passo que mais músicas foram sendo tocadas, mais os caras se empolgavam e foram mostrando porque AQUELA banda, e não qualquer outra do Reality, despontou e segue em turnê pelo Brasil tocando em todos os lugares. É notável, eles têm muita vontade de tocar, solos não são entediantes, o público responde com loucura, e no palco a resposta é mais e mais loucura.  

Tecnicamente falando, o som dos caras ao vivo é perfeito. Um capítulo a parte é a interpretação do Gustavo Bertoni (vocal), ele não canta "igual no disco", é muito melhor, é com alma. E o Philipe na bateria enlouquecendo também nos vocais, essa foi uma grata surpresa - eu não sabia que ele fazia vocal, fica demais! Lukão destoi no baixo, Tomás, pelamor! Dá pra sentir em cada nota o envolvimento deles e a paixão pelo que fazem. 

E que pessoas! Depois do show - cujas únicas reclamações que se ouvia eram "foi muito pouco", "faltou bis", "poderiam ter tocado mais" - os caras ainda mostram mais um dos seus talentos: a simpatia! Boa parte do público não arredou pé do Opinião. Esperavam para tirar fotos e pegar autógrafos, trocar uma ideia, aproveitar um pouco mais. E a resposta foi "banda Scalene no meio da galera"

Quando vi estavam todos por ali dando total atenção, tirando fotos, querendo a nossa opinião sobre o show, enfim... Transformaram um momento lindo em pura magia. Nada é mais gratificante para os fãs do que ver seus ídolos cansados. mas estampando um sorrindo no rosto e cheios de disposição. No fim das contas, isso é o que renova esse sentimento de admiração e mantém os fãs. Vida longa à banda Scalene!

Desde que conheci a banda (no pograma da grôbo), surpreendeu-me a qualidade musical e a aparente integridade dos caras. Além disso, como já falei em outros posts (que vocês podem ler aqui e aqui) foram eles que me fizeram prestar mais atenção no rock novo feito no Brasil. De novo Brasília elevando o nível do Rock Nacional, fazendo a frente, que sensacional descoberta!

Algo não mencionado ainda, mas que vale o registro, é que não usei a palavra surpreendente para descrever o show. Isso porque as expectativas eram altíssimas, e eles atingiram essa expectativa com maestria. O show foi perfeito (e poderia ter durado umas três horas), e a sensação que estou neste momento é de satisfação plena. 

Abaixo um registro do "tchau" que foi doído! hahah Sério, esse show poderia ter tido umas três horas tocando o mesmo repertório em looping infinito, ninguém ali reclamaria! O que me lembra do Lukão explicando que terminou porque o povo tem que dormir, e repito o que disse ontem "Ninguém precisa dormir!", e completo com "se tem Scalene tocando" - "sem mais".



E era isso, pessoal. Se esse foi o último show do ano (pra mim), então o ano fechou com chave de ouro! E que venham os próximos, Scalene, já estamos com saudades! :'D

terça-feira, setembro 22, 2015

Resenha: O prisioneiro dos Daleks

E, já era! Terminei de ler O prisioneiro dos Daleks, livro da série de Doctor Who escrito por Trevor Baxendale, Vou falar das minhas impressões sobre a leitura, sem spoilers (vou tentar pelo menos), para não atrapalhar quem está apenas querendo saber como é para, quem sabe, vir a ler.

A única referência que eu tinha de livros de Doctor Who era o Shada (sobre o qual falei rapidamente aqui). Shada foi pensado para um episódio de TV pelo Douglas Adams. Então posso dizer que a expectativa para o livro com o 10º Doutor (que é o meu preferido, aliás), era bem alta. Logo de início senti a grande diferença, não era escrito pelo Douglas Adams, não era tão genial. Mas... Continua lendo aí!

O começo do livro é como qualquer começo de livro, meio tedioso até. Eu tive que entender bem o contexto: série moderna, a tradução para o Português pode ter prejudicado um pouco, e não conseguia ver naquele Doutor a atuação do décimo Doutor interpretado pelo David Tennant, que é tão brilhante.

Outra dificuldade foi visualizar as imagens descritas ao longo da narrativa. Achei um pouco simplória (sempre comparando ao Shada - inevitável!). Então, exceto o que conhecia bem (o Doctor, sua TARDIS e os Daleks), as demais figuras foram mais difíceis de "ver". Mas, esse detalhe não chega a prejudicar demais a leitura e imersão na história como um todo. Os capítulos são curtos e vão contando e descrevendo separadamente o paradeiro dos personagens, um recurso muito bom. Pois, aos poucos as estórias vão se encontrando, fazendo sentido e vão direcionando nossas ideias para os próximos acontecimentos, alguns previsíveis, outros nem um pouco - é onde a minha atenção e curiosidade foram conquistadas.

Quando os Daleks entram em cena e o "circo começa a pegar fogo", o Doutor vai ganhando aquele tom eloquente que eu estava acostumada na série de Tv. Baxandale vai conduzindo os fatos, passo a passo, e cuidadosamente apresenta Daleks sendo Daleks, e o Doutor fazendo eles de bobos (como sempre), parecendo estar perdido e dando aquela reviravolta no final na trama. Exatamente como (nós Whovias) estamos acostumados. E é sensacional!

Então, sim, indico o livro, pois é uma leitura gostosa e divertida. É muito legal como o autor induz nosso cérebro a ouvir os Daleks desafinando e dando suas ordens. Não sei se por serem diálogos muito fidedignos ao personagem, ou pelo recurso gráfico utilizado, ou as duas coisas. Outro detalhe que encanta são as expressões típicas do 10º Doutor, os Naaah, Allons-y, a personalidade otimista e sorridente - depois que tu entra na história, é genial!

A minha dica, porém, é procurar ler esses livros antes de Shada, pra se afeiçoar antes de achar ruim. Porque Shada é lindo demais - tá certo que eu sou fã das loucuras do Adams, e por isso sou suspeita - mas é só uma dica, pelo menos saiba dessa diferença.



Ah! Para comprar o livro, tem Submarino (onde comprei por R$12,90), vi que tinha na Saraiva, na Estante Virtual também tem, e vocês podem procurar na Editora Objetiva, a qual cito no início do post.

Um adendo: isso é bem curioso (pra mim), chamar o Doctor Who de Doutor. Logo que vi alguns episódios dublados achei terrível, quando comecei a ler Shada, custei a me acostumar, e depois de O prisioneiro dos Daleks, bem, isso já está bem tranquilo pra mim.

Outra coisa: ler sobre Daleks nesse momento, em que os vilões estão em alta, só se fala dele no Universo Who por conta da estreia da nona temporada que, gente, quem não viu ainda, pre-ci-sa! Não é só mais um episódio com Dalek, e Peter Capaldi está sensacional!

sábado, setembro 19, 2015

Finalmente: Straight In No Kissin' da Big Talk!

Estive enrolando por um tempo, mas finalmente venho tecer comentários sobre o novo álbum da Big Talk, Straight In No Kissin'. Confesso que esperei aparecer no Spotify, o que só percebi essa semana. O poder marketeiro deles, assim como a loucura dos fãs, não é como a do Brandon Flowers. Talvez por isso o barulho não tenha sido tão grande quanto o do lançamento do The Desired Effect (sobre o qual já falei aqui - leia aqui!).


Para quem não sabe, essa banda é um projeto paralelo do baterista da banda The Killers, Mr Ronnie Vannucci Jr. Straight In No Kissin' é o segundo álbum da banda que surgiu em 2011 (no outro hiatus do The Killers) com o álbum de estreia "Big Talk". Big Talk, o álbum contou com a participação do querido Ted Sablay (que hoje toca com o The Killers).

A experiência era para ser de um álbum solo do Ronnie, mas ao se juntar com amigos durante a produção, como o Taylos Mine por exemplo, o projeto acabou virando banda. E uma boa banda! O Ronnie tem um "passado musical" bem interessante. Antes do The Killers ele tocava em qualquer banda que precisasse de um baterista, bandas de bailes inclusive. Então formei a ideia de que ele é super cabeça aberta para música, do tipo que se diverte com tudo (coisa da minha cabeça - lá vem teorias).

Então, a Big Talk veio com essa vibe de múltiplas influências. Não se parece em nada com The Killers, e de Indie Rock praticamente só tem o fato de ser independente/alternativo. O estilo é difícil de definir, mas percebe-se a influência oitentista, rock meio Glam, divertido e tal. Coincidentemente, ou não, as músicas parecem muito com as de trilha sonora de filmes que têm bailes e jovens.

Ao comparar o primeiro álbum com o Straight In No Kissin' é evidente a coerência, a personalidade da banda salta aos ouvidos, eles têm uma sonoridade única. Mas, o álbum mais recente é diferente.
Não parei pra olhar as letras ainda, mas as músicas são mais divertidas - apesar de serem também melódicas (bonitinhas) como as do Big Talk - tem os arranjos mais elaborados. Big Talk (álbum) parecia mesmo uma experiência, agora a banda apresenta um trabalho mais "consistente".

Uma curiosidade sobre o lançamento desse álbum foi a estratégia usada pelos caras (se é que dá pra chamar isso de estratégia, eu não entendi o porque disso), eles foram à vários programas para lançar o álbum, todos vestidos de menina. Ronnie de bocão vermelho no meio da barba desleixada ficou, no mínimo, curioso.

As faixas do Straight In No Kissin' são: 

1. Hold That Line
2. Animal Husband
3. What Happened To Delisa?
4. La Rue D'Awakening
5. Cocktail Party
6. I've Been Sentimental Lately
7. What The Night Can Do
8. All My Luvin'
9. The Void
10. Another Satellite
11. Neon's Not Enough Light (essa com uma pegada bem indie, pra me desmentir!!)

Todas as músicas do novo álbum foram escritas por John Konesky, Taylor Milne, John Spiker, Ronnie Vannucci Jr e Brooks Wackerman.

Aqui fica o vídeo da apresentação emblemática, uma das primeiras aparições para o lançamento:


I've Been Sentimental Lately - Live




Pra vocês conhecerem um pouco mais sobre a banda, os dois álbuns estão no Spotify, iTunes e outros.

E também tem os canais oficiais: Site
Fanpage Big Talk - Twitter e Instagram @BigTalkMusic


sexta-feira, setembro 11, 2015

TOP 10, as músicas mais ouvidas da semana!

Normalmente escrevo o TOP com bandas, mas essa semana andei ouvindo o de sempre: Tocotronic, The Joy Formidable, Radiohead e My Chemical Romance, então ficaria meio sem graça! :P Por isso resolvi falar das músicas mais ouvidas. Ok, nela também tempo um pouco mais do mesmo, mas...


Vale lembra que elas não estão por ordem de preferência, e sim um retrato aí dos últimos dias. Para estabelecer uma ordem de preferência seria um sofrimento (ahahah eu não consigo). Dependendo do meu estado de espírito ouço mais uma ou outra banda, pilho mais numas músicas do que em outra.

Mas, explicando...

Green Eyes, do Coldplay é linda demais e, assim como I Saw you Blink, do Stornoway, eu não consigo parar de ouvir. Chance Your Mind do The Killers é só a música que mais ouvi desde que comecei a registrar isso no last.fm. Scalene tem sido ouvida demaaaais, todas as músicas. Preparação para o show dia 03/10!!! E While the Flies da The Joy Formidable é uma das minhas preferidas deles. Aqueles rifes, são de chorar de emoção. <3 p="">
E não vou esquecer de falar a Sound Bullet, Ambição é uma música do disco demo, raridade que descolei no Last.FM. É muito boa, assim como as músicas do novo álbum, o Pedir perdão. Vale a pena conferir também, ainda que aparentemente os caras não gostem muito da ideia. Compartilhei o link na fanpage e a resposta deu a entender que não se orgulham tanto. Mas, é preciosismo deles, as músicas são boas.

Essa semana sismei com músicas que acabaram não entrando na lista porque ainda não foram ouvidas a exaustão, não tanto quanto essas pelo menos. Senti falta aí de Kaiser Chiefs e A-HA.  The Swing Of Things - Demo #3 é umas das músicas mais incríveis do A-HA, aliás, o álbum dessa música é um dos mais legais na discografia deles.

Bem, a passagem por aqui hoje foi bem curta, só pra marcar presença nessa semana! E, pra ir totalmente contra a lógica, deixo um clipe do A-HA e nada das músicas mais ouvidas.




:P

domingo, setembro 06, 2015

Festejos Farroupilha: vamos comemorar o quê?

Todos os anos eu tento (nem sempre me animo) parar para escrever sobre a "semana farroupilha", já falei antes da inconsistência (incongruência) que há nas comemorações aqui no Rio Grande do Sul (leia: Os festejos farroupilha e toda ironia que há). No post antes citado, explico a origem disso tudo, e a ironia nele é tão superficial, se comparada com que vivemos hoje em dia. E pior ainda foi nesse post Semana farroupilha, o 20 de setembro e a vida... E ainda tem esse outro "comemorativo", em que eu trouxe (inclusive) o Hino Rio Grandense.

Parece que esse é um post de review do que já escrevi, e não deixa de ser. Esses três posts foram escritos em momentos diferentes da minha vida, o que é facilmente percebido lendo um após o outro. Nem parecem escritos pela mesma pessoa. Não que no primeiro eu estivesse totalmente fora da realidade, mas, sim, muitas fichas ainda precisavam cair.

E, o mais curioso é que, mesmo depois de tantas críticas, fui "sentir" de fato a vergonha desse hino "mesmo" na minha formatura. Porque estava lá, em meio a discursos da comunicação social, pessoas que vêm para o mercado para serem formadoras de opinião, e putz, ter que cantar aquele hino? Nem pra ficar bonito no vídeo. Fui é protestando cada verso.

"Sirvam nossas façanhas / De modelo a toda terra" pode até parecer (é muito) prepotente, mas nada supera o "Povo que não tem virtude / Acaba por ser escravo". Sério, esse post poderia muito bem se chamar: vergonha!

E se restava ainda algum orgulho em ser gaúcho, os acontecimentos recentes vêm para ver se baixa de vez esse topete ridículo! A história do povo gaúcho está manchada por esses governos ridículos, que compactuaram com robalheira e a corrupção generalizada deste país. E da incompetência do seu povo que (de tão inteligente e politizado - pura ironia, não me entendam mal) votou mal, e elegeu esse sem noção, Sr. Ivo Sartori. E essas pessoas nem podem se dizer "enganadas", porque este senhor mostrou já nas eleições o que seria o governo dele.



Agora, o estado passa por essa crise econômica do país, com a parte "menos interessante" do seu funcionalismo sem dinheiro, tendo seus salários parcelados. Como se não bastasse a defasagem que a maioria deles já sente no bolso, ainda mais essa. E o resultado, educação falida, polícia jogado no lixo, e cada dia mais a bandidagem avançando e acabando com o sossego que já nem era assim tão sossegado.


O que se tem pra comemorar afinal nessa festa?

E nem vou aqui falar do absurdo que é comemorar uma derrota, e nem vou falar aqui do absurdo que é essa cultura devoradora de carne e maus tratos aos animais. SIM, porque "bem tratar" um animal prendendo ele para servir de comida, não é amar os animais!

Esse seria um momento de barrar o tradicional e retardado desfile de 20 de Setembro, em que se exalta a grandiosidade de um estado (falido), que gera custos; alguns militares disseram que não vão participar porque não têm viaturas, que o estado não tem dinheiro (e eles não devem nem ter o dinheiro da passagem pra ir até a concentração)! Ora! O policiamento está reduzido na cidade por falta de verba, se estiver o estado em peso nesse desfile, pra exaltar uma mentira, vai ser só mais um motivo pra sentir vergonha.

E o que falar então do orgulho gaúcho, essa ideia que se fomenta por aqui de que "somos melhores em tudo". Como pode, pessoas tão inteligentes, politizadas deixarem tudo como está, sem saúde, sem educação, sem segurança, sem liberdade de andar pela cidade (e não tem mais hora ou lugar), de funcionários públicos sem salário (mas só a parte ralé, porque a câmara, o Sr. Governador e o alto escalão segue recebendo, roubando e beneficiando-se do dinheiro que NÓS damos pra eles todos os dias do ano).

Ah, claro, somos melhores em tudo mesmo: os maiorais em ser bundão, só se for!

Então, este não é um post comemorativo, é só mais um ano em que assisto a esses absurdos, e espero que algo aconteça, para que a gente pelo menos possa ser mais "forte, aguerrido e bravo" e quem sabe um dia "nossas façanhas" sirvam de modelo para a próxima geração, nem precisa ser para "toda a terra".


E pra finalizar, pra acalmar os ânimos (ou não), um pouco de ironia de quem mais sabia fazer isso nesse país!

Raulzit: Eu também vou reclamar!



Durmam com um barulho desses!

quarta-feira, agosto 26, 2015

FrnkIero e 1 ano de Stomachaches!

No dia 25/08 Stomachaches de Frnk Iero Andthe Celellabration completou um ano, desde o lançamento, então nada mais justo do que um post aqui no blog inteiramente dedicado a essa obra prima! :)



Já estava querendo falar deste álbum há mais ou menos um ano. Mas, por mais um daqueles motivos que eu não sei explicar, acabei não escrevendo. Frank Iero, caso o nome não te seja familiar, é um dos guitarristas do My Chemical Romance (que para todos os efeitos acabou - obrigada Gerard Way). Depois que o bonito do vocalista deu fim à banda, cada um seguiu seu rumo em projetos solos, ou não.

Gerard Way lançou o Hesitant Alien, sobre o qual eu falei aqui; o outro guitarrista, Ray Toro gravou algumas demos (ouça) e fez umas participações em discos de outras bandas (junto com Frank em um dos trabalhos, inclusive); o baixista Mikey Way montou outra banda (nem cito o nome por motivos de "acho esse menino ridículo").

E, finalmente, Frank se junta Jarrod Alexander e lança o STOMACHACHES. É carreira solo, mas sem a presunção de um disco de rock "solo". Frank fez os vocais, guitarras, backing vocals, escreveu as letras, mas contou com Jarrod Alexander na bateria e percussão.


Sobre o álbum!

Percebe-se nas 12 faixas muito da personalidade do Frank Iero. Eu sempre ouvi muito MCR, mas nunca fui de investigar a vida dos caras, ou mesmo entender melhor os elementos da banda. Então, desde as primeiras demos que ele divulgou (ouça aqui), já percebi qual era a contribuição dele no My Chem. O som é intenso, nervoso, melancólico, pesado e interessante.

As letras e os clipes vêem para completar esse cenário, e é muito divertido, principalmente para quem gosta (ou gostava) do My Chemical Romance. Eu não estou dizendo que é uma continuação, que há falta de criatividade, que é parecido, nada disso! O Stomachaches é incrível. E a influência MCR apenas demonstra que Frank era responsável pela parte que eu mais gostava da banda. Por isso foi uma grata surpresa.

Faixas:

1. All I Want Is Nothing
2. Weighted
3. Blood Infections
4. She's the Prettiest Girl at the Party, and She Can Prove It with a Solid Right Hook
5. Stitches
6. Joyriding (favorita do Gerard Way)
7. Stage 4 Fear of Trying
8. Tragician
9. Neverenders
10. Smoke Rings
11. Guilttripping
12. Where Do We Belong? Anywhere But Here


Tinha pensado em destacar aqui as minhas favoritas, me vi marcando praticamente todas as músicas. Então, a dica que eu deixo é: ouçam. É diferente, é criativo, é lindo! Não vou classificar como indie, rock, alternativo, ou o que quer que seja. O álbum é tão peculiar, que seria um absurdo querer enquadrar de alguma forma.

Quem quiser ouvir, o álbum inteiro está no Spotify:


E fica aqui um clipe, não por acaso o de lançamento do disco, Weighted, e que anuncia o "espírito" da coisa!





Pra ver mais, acesse o canal no youtube: FrnkIero
Ou o site: www.frank-iero.com

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