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quinta-feira, janeiro 19, 2012

Crueldade nunca mais!


Depois de uma série de barbáries cometidas contra animais domésticos por seus próprios tutores repercutirem nas redes sociais e receber destaque na mídia, parece que finalmente chegou a hora da virada. Há muito tempo Protetores dos animais pedem por leis mais severas, para que seja considerada crime a violência contra os animais. As redes sociais, e já falei disso algumas vezes por aqui, está pouco a pouco trazendo a tona o tema e conquistando cada vez mais adeptos para a proteção animal.

Pois uma das demonstrações dessa força crescente está no movimento "Crueldade nunca mais", o qual é organizado por Protetores que cansaram de assistir de braços cruzados monstrumanos maltratando animais e ficando impunes. Um bicho de estimação é tratado como "coisa" pela lei brasileira e a pena por maus tratos muitas vezes é paga com umas cestas básicas, ou nem isso.

Cães, gatos, cavalos e tantos outros animais sofrem, agonizam, morrem. Todos os dias ficamos sabendo de uma história mais horrenda... e os culpados? Por aí, tocando as suas vidas como se nada tivesse acontecido.

Mas isso pode mudar! 
Depois de ações isoladas, pontuais e pouco organizadas, mas que deram resultados, os amigos dos animais se uniram. O resultado foi um movimento pelo Brasil inteiro, acontecendo simultaneamente, pedindo o básico:
PENALIZAÇÃO CORRETA E EFETIVA PARA QUEM COMETE CRUELDADES E MAUS TRATOS AOS ANIMAIS!

A Justificativa?
A lei atual é branda e não pune devidamente quem comete crimes contra animais.

Organizados, o grupo tem um site www.crueldadenuncamais.com.br no qual concentra todas as informações da manifestação. Tem marca, materiais pra baixar, para compartilhar nas redes, para imprimir, tem assessoria de imprensa...

Estão pensando o quê? Que amigos dos animais são loucos, desordeiros e desorganizados? Nada disso. O movimento tem regras:

- A manifestação CRUELDADE NUNCA MAIS é um movimento PACÍFICO e respeitador das leis, idealizado e organizado pelos protetores de animais do Brasil, o qual será o início de uma série de ações que visam a penalização correta para crimes de maus tratos aos animais.
- Os animais não deverão ser levados à manifestação.
- Cada cidade organizará o formato da manifestação de acordo com as normas e condições locais.
- Os manifestantes deverão levar sacolinhas para a coleta do lixo. 


A MANIFESTAÇÃO

QUANDO: 22 DE JANEIRO DE 2012 (DOMINGO) – 
HORÁRIO: 10h (na maioria das cidades/consulte os horários no site do movimento)
LOCAL: Acesse http://migre.me/7AZdn



Somos todos loucos, do tipo de loucos que não rasga dinheiro, ama o planeta e toda vida e exuberância natural que está dentro dele.
Vem gente!

sábado, outubro 15, 2011

Acorda! O mundo está mudando


Não são mais multidões fazendo barulho lá fora (pelo menos em princípio). O mundo de gente que se sente excluída e injustiçada repousa (mais ou menos) “sossegada” em suas casas atrás de uma tela.
Mas a tela mudou. Ela já não é mais (apenas) aquela que tudo “ensina”. A tela que hoje reflete o “mundo real” com todas as suas opiniões e saberes diversos. Ela pergunta, responde, justifica, provoca, faz encontrar, compartilha. Esta “nova” (nem tanto) tela também pede, mas principalmente chama e convoca. E silenciosamente uma nova ordem se forma.

Comunidades antes excluídas, têm agora a possibilidade de colocar os seus problemas em pauta. Um mundo de gente descontente com o “sistema” se encontra silenciosamente e se organiza. Civis lutando por uma sociedade mais justa tomam a Wall Street  - Resultado? “Estimulado pelo movimento Occupy Wall Street, os protestos começaram na Nova Zelândia, passaram pela Europa e voltaram a Nova York, seu ponto inicial.”.

O exemplo anterior parece muito distante? Então veja este:

Há mais de 10 anos um canil municipal estava abandonado. Animais sofriam maus tratos, sob o olhar de pessoas que se sentiam impotentes diante daquela situação. Um dia as imagens desta dura realidade chega ao Facebook, ao Twitter, gera revolta e é compartilhado até a exaustão pelos “amigos dos animais”. Três dias depois a mídia anunciava “Moradores usam rede social para protestar contra condições de canil”  e em seguida também o Correio do Povo anunciava que o ministério público pediria a interdição do local. E não deu outra, no mesmo dia até mesmo a Zero Hora estava pautada (forçadamente ou não) informando que o canil havia sido interditado. O tema foi manchete também no famigerado (mas ainda assim, mídia) Diário Gaúcho

E o ciclo se fecha quando o Balanço Geral, programa sensacionalista, mas não menos importante, leva o assunto para a TV aproveitando o momento para protestar contra o comércio de animais de raça.



O problema dos animais não foi resolvido (ainda), apesar da interdição do canil. Mas as pessoas, antes vista como loucas por se preocuparem com animais, sentiram-se vitoriosas, já sabem do poder que têm nas pontas dos dedos. Não houve barulho, trânsito parado, “tumulto”, nada disso. Mas algo importante aconteceu aqui. 

O mundo nunca mais será o mesmo. 

quinta-feira, abril 28, 2011

Os respingos do Caso #arezzo nos ambientes digitais

Muitos são os blogs falando sobre o caso da Arezzo e a sua famigerada matança de animais. Cada um deles abordou o fato pelo ângulo que melhor atendia ao conteúdo habitual. Ao ler o post publicado pelo Midiatismo, que é um blog amigo, fiz questão de compartilhar minhas impressões. Isto porque as duas questões levantadas me atingiram: o grau de culpa da #arezzo e a participação dos “ativistas” de momento no caso.



Comecei o meu discurso me posicionando: eu sou pelos bichos (ponto). Depois, fiz questão de diferenciar: uma coisa, é comer carne porque sentimos fome (ainda que se tenha outras opções essa é a que culturalmente está difundida) e usar calçados ou casacos de couro (sejamos francos: material resistente e útil) – outra, é matar animais silvestres para fazer “detalhes” em bolsas e casacos; ou matar 35 raposas por um casaco - sendo que existe tecnologia suficiente para reproduzir esse efeito se houver mesmo interesse em usar coisa peluda.

Mas, precisava ser profissional e, como tenho acompanhado de perto esse caso da Arezzo, fiz as minhas observações. Tão longas que resultaram num post!


1) Ingenuidade beirando a incompetência:

A empresa se diz inovadora e lança um produto sem consultar os seus clientes? 

Se pesquisasse ela saberia que os consumidores não são mais os mesmos. As pessoas não são mais consumidoras, do tipo que aceita tudo porque está na moda. Hoje temos os prosumidores - que querem participar/compartia/ser ouvidos pelo menos. 

Vi inúmeras consumidoras e até mesmo fãs da marca se dizendo decepcionadas e afirmando "arezzo nunca mais". Ora! Se o público alvo da marca ficou assim, o que sobra para os ativistas sejam eles momentâneos ou não?

É claro que tem muita gente exagerada nesse meio. E eles fazem barulho o tempo todo. O problema nesse caso é que os clientes também se indignaram. Isso fez a diferença. Caso contrário seria só um bando de malucos extremistas protestando, nas redes sociais na internet ou nas ruas... tanto faz.


2) Na gestão de crise houve falha no posicionamento.

A Arezzo fez uma declaração ressentida e antipática. Não percebeu a presença de clientes em meio as reclamações. Ela irritou os protetores dos animais, não soube reconhecer erro algum, nem o de não ter pesquisado quem mais interessava, nem de ter usado pele de animais. Pra piorar manteve as peças nas lojas, disse e não cumpriu. Isso pegou mal.


Agora entro na discussão propriamente dita:

A Arezzo foi vítima?
Não. A causa levantada por ativistas e clientes é legítima.

Mas o fato foi oportuno e a marca acabou servindo de "bode expiatório". E considero ótimo o levantamento dessa polêmica, pois ela permitiu que se discutisse o tema, envolveu não ativistas e o buzz foi tão forte que outras empresas desistiram de coleções semelhantes.

É a "força das redes sociais"?
Sim. Pessoas que conversam com outras pessoas, que têm acesso a diferentes opiniões e compartilham suas impressões. 

A vantagem: todas elas estavam na internet, sendo atingidas de alguma forma pelo caso e se houve toda essa revolta, acredito que boa parte está sendo sincera, ainda que coma carne... A futilidade está sendo questionada. A arrogância da empresa foi o que determinou o #fail

As empresas precisam saber como se posicionar no mercado: se querem ser de consumo massivo (como a Arezzo) então elas não podem aparecer com polêmicas como essa. Pesquisa de mercado, de consumo, monitoramento online, planejamento de ações.... tudo precisa convergir para uma boa estratégia. E isso foi o que faltou para a empresa em questão.

A atuação online fará parte do processo, que se seguir a "boa" estratégia, será muito positiva.

quinta-feira, abril 21, 2011

O caso Arezzo e a Matança de Animais

Reação de diferentes públicos faz a empresa desistir da coleção Pelemania, mas as críticas continual. O caso serve como alerta para outras empresas e reacende uma discussão que hoje se propaga mais facilmente com as ações nas redes sociais – a ordem agora é outra e o mérito é da web 2.0.





Tenho acompanhado o caso #Arezzo e já li de tudo. Estava sentindo a necessidade de escrever sobre o assunto antes mesmo de ele entrar para o Trending Topics no Twitter. Tive mais vontade ainda depois de ler sobre a retratação da empresa. Além de nitidamente ressentida, ela não abafou o caso como pretendia, porque disse desistir do uso de pele de raposa, mas não a dos coelhos. A imagem da empresa está manchada de sangue, a comunidade protetora dos animais ainda não conseguiu exatamente o que queria. Mas a Arezzo, mesmo para quem não é engajado com a proteção animal, perdeu muito.

Situação:
A Arezzo, marca antes referência em calçados e acessórios femininos, lança uma coleção chamada "Pelemania", na quinta-feira (14/04). A linha possui peles exóticas em sua confecção, usa a pele de raposas e de coelhos para casacos, coletes e para decorar calçados, bolsas e echarpes. 

A comunidade protetora dos animais se revoltou e começou a agir nas redes sociais. Pelo Twitter muitas pessoas questionavam a Arezzo e pediam explicações. A empresa se calou, o que gerou ainda mais polêmica. A fanpage da marca no Facebook reuniu descontentes que passaram a usar o espaço para reclamar e expressar sua opinião. Os comentários, em princípio, foram apagados. Imagens da logo e da coleção manchadas de sangue começaram a circular na internet.

Na segunda, 18/04, ativistas e defensores dos animais levaram o tema para o topo das discussões no Twitter e em outras redes, como o Facebook, gerando uma crise com o nome da marca e polemizando a sua nova coleção.

Já não havia mais como fazer de conta que não era com ela, a empresa teve de se retratar. Um comunicado ressentido e não muito convincente foi publicado e logo estava em diversos sites e blogs, gerando novos comentários nas redes sociais. Em uma entrevista, o diretor da empresa, Anderson Birman, comentou o caso e afirmou que a marca não voltará a utilizar peles em seus produtos. 

Entretanto, nessa mesma entrevista, explicou que as peles de raposa seriam recolhidas das lojas, mas que as de coelho não. Uma explicação para isso seria o fato de Coelhos servirem como alimento ao homem, o que justificaria o uso da sua pele em roupas e calçados.

Duas observações sobre a entrevista: a empresa dizer que já receberam reclamações de clientes que queriam comprar os produtos e, "pobrezinhas" (nota do autor), não vão poder; e também que foram apenas 300 peças com pele de raposa. 

Dados: para um casaco de tamanho médio, cerca de 30 raposas são mortas. Como estão de matemática? 30 x 300 = 9.000?

Outro argumento foi o de que as raposas seriam de criadouros legalizados, e não da natureza, não representando assim uma ameaça a espécie ou agressão ao meio ambiente. Ou seja, se criarmos um ser vivo numa jaula com o único objetivo de vender a pele dele depois, não tem problema? E porque usar pele de animal em roupas em pleno século XXI?



Dados: para que a pele não seja danificada os animais são mortos por gás, envenenamento por estriquinina, têm seus pescoços quebrados, são mortos a pauladas ou é usada a eletrocussão anal, onde são colocados grampos nas orelhas do animal, e um bastão metálico no ânus por onde recebem uma descarga elétrica. 

Agravante: esses procedimentos são feitos sem muito cuidado, aplicados em massa, e muitas vezes o animal apenas desmaia, e acorda quando a sua pele está sendo arrancada.

E tem mais: de onde vêm os animais para reprodução em cativeiros? Os animais são retirados de seus habitats, de seus filhotes, ou de seus pais. São presos por armadilhas. Ficam presos por dias, com fome, sede e desesperados, até que os caçadores os encontrem.

E mais: no desespero, muitos arrancam os próprios membros para escapar. 1 a cada 4 conseguem fugir, mas acabam morrendo pelos ferimentos causados. Os que são apreendidos vão para gaiolas com outros tantos. Na espera para morrer, muitos enlouquecem.

Resumindo: “Toda peça que use pele representa intenso sofrimento de várias dúzias de animais” - bem mencionado no Pet Vale, portanto, não há justificativa para essa matança em nome da vaidade humana.

Não abordei aqui a questão do vegetarianismo, do espiritismo e tantas outras óticas que condenariam, da mesma forma, a Arezzo e a sua infeliz escolha de inovar resgatando uma prática antiga, dos tempos das cavernas. Desatualizada porque não precisamos mais da pele dos animais para nos proteger, assim como já não estamos mais sozinhos assistindo grandes corporações fazerem o que quiserem, sem poder nos expressar.


Viva a web e a revolução provocada na comunicação

Com o uso das redes sociais não conseguimos tudo o que queremos, não podemos mudar o mundo. Pressionamos o governo, mas não temos força para mudá-lo, por exemplo. Mas, quando o nome de uma empresa está na berlinda, fica fácil desmoralizá-la, e atingi-la. Afinal, a imagem positiva garante vendas. No caso #FAIL da Arezzo, a própria marca se desmoralizou perante os clientes. O que fizemos foi apenas reagir a uma agressão, expressar nosso descontentamento, para muitos, a decepção com a marca. 

Como uma empresa quer ser reconhecida como moderna e inovadora esquece de consultar o público, como pode ser tão sem noção e lançar acessórios manchados de sangue, exaltando a prática como uma "mania" e achar que isso vai funcionar?


Detalhe: hoje, 21 de abril, foi publicada uma imagem na internet que mostra uma bolsa de pele de raposa a venda numa loja da Arezzo. E aí? Essa briga não está nem perto de terminar.

Como pode algumas pessoas ainda acreditarem que vale a pena maltratar animais para fins tão fúteis?



Encaremos a realidade: hoje uma criança foi deixada no lixo! Passou da hora de revermos certos conceitos e valores em nossa sociedade.

Este texto foi construído com referência de outros blogs e sites que trataram/tratam desse assunto. Seguem os links:



terça-feira, agosto 31, 2010

Adotar um animal requer amor e consciência

Se tem uma coisa que me comove é bicho abandonado, mal tratado, sofrendo por aí. Já há algum tempo falo, ainda que discretamente, e muito menos do que gostaria, sobre a barbaridade que fazem com os animais por aí, mais ainda da revolta que sinto por não ter muito que fazer a respeito. Sempre pensando sobre o assunto, tenho chegado à conclusão que não haverá solução para o problema enquanto as pessoas não se conscientizarem de que somos "SIM" responsáveis pelos animais jogados por aí como se fosse lixo.

Fomos nós que os domesticamos e agora que não sabemos mais o que fazer com tantos deles, queremos nos livrar desse "mal". Quem mais sofre com isso são as fêmeas de cães e gatos, mais ainda os filhotes de gatos. Por que é deles a fama de "agourentos", se for preto, manchado ou multicolor então, nem se fala! O resultado é ruas e abrigos lotados de bichos, muitos deles sendo sacrificados, depois de muito serem maltratados. É um ser vivo, na maioria das vezes dócil, apanhando, sendo largado, sendo assassinado, sem ter feito qualquer mal além de ter nascido.

E agora cheguei ao ponto que eu queria: os cães e gatos abandonados não pediram para nascer. Algum dono irresponsável deixou que nascesse aquele filhote, algum dono irresponsável quis "tirar uma cria" da sua cadela para ver como seria, para vender ou para o que quer que seja, sem o plano de assumir esses animais caso ninguém os quisesse. A solução para esse problema, acredito que esteja saltando aos olhos: esterilização!

Quando se fala nesse assunto com os donos dos animais, principalmente de bichos "de raça", eles dizem ter pena do animal, que isso não é natural. Queria poder mostrar a essas pessoas dados diários de animais abandonados, de abrigos super lotados, para que elas me respondessem se isso é normal. Recebi hoje um e-mail da ONG "Bicho de Rua" com os números de animais precisando de um lar, apenas dos registrados no site da ONG: o número passa de 4000. E tem gente que compra bicho só pra dizer que tem dinheiro pra isso!!!

Essa, assim como outras ONGs, procuram oferecer auxílio para a esterilizarão, muitas cidades já oferecem esse serviço gratuitamente. Se você tem um bichinho, esterilize-o!

Mudando um pouco o enfoque, mas sem mudar muito de assunto, tem um candidato a deputado estadual que colocou entre as suas metas, lutar pela defesa dos animais. Está aí uma postura diferenciada que pode garantir o meu voto. Fiz uma pergunta para ele no Formspring para ver o que responde. Não vou citar nomes porque acredito que cada um deva fazer as suas escolhas a partir dos seus próprios ideais.

Bom, depois de umas semanas com textos bem sem importância, creio que consegui instigar algum tipo de reação nos meus fiéis leitores!

Assim espero!
:)
Precisando de um gatinho?

Precisando de um gatinho? Aqui tem vários gatinhos precisando de você!

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segunda-feira, julho 05, 2010

Dejejum!

Dejejum!Há quase um mês do último post, depois de ter pensado várias coisas para contar aqui, o que não fiz por falta de tempo, agora não o faço por falta do que dizer. Entretanto, acredito que seja importante avisar aos poucos leitores que o blog ainda existe. Sendo assim, vou falar hoje de algo que me deixou bastante feliz: resultados!
Quando nos envolvemos com alguma atividade e trabalhamos efetivamente para que elas "aconteçam", o mínimo que esperamos é que "tudo dê certo". O significado para cada um desse "tudo dê certo" é muito relativo, pode ser o reconhecimento pleno do trabalho, ou simplesmente um bom resultado para aquela boa sensação de dever cumprido. Pois para mim, essa segunda opção é sempre o objetivo, mas, vislumbrando, é claro (sem nunca deixar de sonhar) com o reconhecimento.
Assim, passei os últimos quatro meses correndo e me preocupando com os meus "trabalhos". Dentre eles "dois", aqueles cujo resultado precisava, necessariamente, ser o melhor. Passado esse tempo de pura adrenalina, aos poucos os resultados foram chegando. A minha satisfação estava "consentida", aceitando-os com maturidade. Isso até que recebi aqueles "dois" resultados que mudaram o meu humor por completo. Mais do que a sensação de "dever cumprido", recebi um singelo reconhecimento. Desse simples ato, a motivação para continuar. Eu achava que estava certa, agora sei que estou. O simples fato de mudar a perspectiva fez toda a diferença. Estou agora ansiosa, já pensando no que vai me tirar o sono no futuro e essa sensação é muito boa! \o/

***

E por falar em "noite de sono", algo que me incomodou bastante no fim desse semestre foi finalmente resolvido: minha gata foi castrada! Aproveito que toquei nesse assunto para três recados rápidos:
1 - Castre os seus animais de estimação. O mundo está cheio de bichinhos abandonados, não contribua para a saturação: castrar é um ato de amor! Além de contribuir para a diminuição de animais abandonados, você protege o seu animalzinho.

2 - Bicho não é lixo! Não abandone animais na rua, evite que seus bichinhos tenham cria. E se "acontecer" cuide para que os bichinhos tenham um lar!

3 - Não comprem animais, adotem! A rua está cheia de animais abandonados, bicinhos lindos e carinhosos precisando de um lar!!!
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=)



quinta-feira, julho 02, 2009


Bichos de rua: o problema é nosso!


Vou fugir do encadeamento midiático e falar de alguma coisa mais útil para a sociedade, pra variar! Há tempos que não falo disso no blog, e tenho sentido um pouco de remorso, por isso, devido a alguns acontecimentos, decidi bater nessa tecla outra vez.

Diariamente pessoas pegam cães e gatos para criar, algumas "que se acham ricas", compram seus bichinhos de estimação. Não sou contra as pessoas que realizam um sonho de ter determinada raça de cachorro, mas... Deixemos esse debate para uma outra oportunidade.

Agora quero falar das que pegam os bichos para criar achando que são objetos de decoração, e não um ser vivo. Quando isso acontece, se o bicho é temperamental, se ele é bagunceiro demais, se demora a aprender a se comportar com as suas necessidades fisiológicas, se cresce mais do que o previsto (por que a sua dona não se preocupou em saber o porte dele) ou se o seu dono muda os estofados da casa e ele já não combina mais com o ambiente, adivinhem o que acontece com esse ser vivo?

Mas, vamos supor que tudo deu certo e a pessoa está tolerando aquele bichinho, na maioria das vezes, não toma os devidos cuidados contraceptivos. Quem tem bicho macho então, nem se fale! Ninguém costuma se preocupar com os passeios do seu gato, do seu cachorro. Os donos das fêmeas é que ficam com o problema. Sim, porque eles também não se preocupam em proteger a sua menina e a deixam por aí, seguindo seus instintos. Bom, agora me respondam: para onde vão os filhotes indesejados?

Existem muitas alternativas para resolver esses problemas, a mais conhecida é "RUA". Mas, tem aqueles que afogam, que amarram num saco e jogam no lixo, tem aqueles que largam em agropecuárias/pet shops, como se essas empresas tivessem a obrigação de cuidar dos bichos... Raros são aqueles que tratam e doam com segurança os filhos dos seus animais domésticos, e isso é uma vergonha! Sofro de pensar nos bichos soltos pela rua, sem dono, que muitas vezes não têm sequer chances de sobreviver.

Quando se adota um animal, é preciso levar em consideração que ele é um ser vivo, que ele vai durar anos e que estará sob nossa responsabilidade por todo o tempo em que viver. Que se não queremos que eles procriem, devemos tomar as medidas cabíveis para impedir que isso aconteça, e se falharmos, devemos assumí-los!

Hoje soube de uma gatinha que foi abandonada na rua, filhote, largada no meio da noite em frente a uma pet shop, onde será examinada por uma veterinária! Essa, apesar das complicações que pode vir a ter, teve sorte. E terá mais ainda se puder ser minha! Farei a minha parte, cobrirei a irresponsabilidade daqueles que acham que um ser vivo, pode ser tratado como uma coisa ruim, da qual precisa se livrar.

Se tudo der certo, amanhã a Mitsy estará comigo!!!
Não vejo a hora!
:)

Se mais alguém quiser um bichinho, acesse o site:
http://www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=entidade.htm

Um guia com diversas entidades que estão tentando encontrar um lar para os animais abandonados!
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sábado, julho 28, 2007

A maldade humana não tem limites...


Dois links: um que requer um tempo para a conscientização, outro que requer estômago.

Por que resolvi publicar isso? Por que alguma coisa deve ser feita... Talvez por que acredite que um dia, alguém pode abrir esse site por caso, ler as coisas que escrevo e, por algum motivo, se interessar por esse post, pensar um pouco na sua existência e na cretinice humana.

Não são só os animais, a humanidade como um todo está se perdendo.

Para o conteúdo dos sites uma palavra: lamentável!

1 - http://www.pea.org.br/
2 - http://www.strasbourgcurieux.com/fourrure/

Às vezes é preciso ser sério!
=´(
É o fim!

quarta-feira, abril 04, 2007

Gatos pretos!

Eu amo Gatos, ainda mais os Gatos pretos com olhos amarelos! Lindos!
Saudades do meu Gato.

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