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sexta-feira, setembro 01, 2017

O que é indie rock?

O que é indierock? Bem, comece não julgando um texto pelo título. A pergunta parece boba, mas, juro que tenho uma reflexão para compartilhar e não só um monte de baboseira, definição e algo parecido com o que se encontra na Wikipedia. O que quero escrever hoje é sobre algo que volta e meia eu me pergunto, e que voltou a circular nas minhas ideias quando meu antigo professor perguntou que estilo era "The Killers". 




Enrolei quase um ano para terminar esse texto. A pergunta aparentemente aleatória aconteceu quando fui com a camiseta da banda para a aula de alemão (saudades). O professor, por não conhecer a banda deduziu, pelo nome, que fosse Hardrock. Hardrock? perguntou ele. Ao que respondi "não, indie".

Respondi e fiquei pensando. A palavra "indie" ficou ecoando na minha cabeça, envolta pelo pensamento: ora! Se ele não conhece The Killers, provavelmente não sabe o que é indie. E como se tivesse lido a mente dele, percebi que o Lehrer ficou repetindo "indie, indie, indie..."  e finalmente me saiu com a pergunta: "indie pop"? Eu achei graça, respondi que não, que era indie rock.

Bem, depois dessa conversa no elevador fiquei pensando (de novo) sobre o que era indie rock. Revisitei mentalmente as bandas que eu gosto e que são, de acordo com a minha humilde opinião, indie. E consegui duas classificações mais palpáveis: 

Indie = independente

Bandas que não têm gravadora, fazem seu trabalho por conta própria ou com financiamentos coletivos.

Indie = estilo de música

E nesse "indie" caberia inclusive o "indie pop" sugerido pelo professor.


The Killers, a banda em questão, começou como Indie, no sentido "independente" da palavra, depois cresceu absurdamente e continuou fazendo um som não muito convencional. Não se tornou necessariamente pop, e aí? Onde é que ela vai se encaixar? É aí que eu acho que o "indie" vira gênero também. Ainda que bandas como The Killers tenham aparentemente pleno controle das suas carreiras, sendo independentes, não pertencem mais ao cenário underground, e estão num ambiente mais comercial, é o que me parece pelo menos.




E quando se fala de gênero, o que é Indie Rock, afinal?


Voltei a lembrar das músicas que ouço e que acredito serem Indie e me dei conta de que não existe um padrão que se possa definir. Talvez por isso as pessoas "normais" odeiem quando tem um fã de indie perdido no meio de uma conversa sobre música (só não somos mais insuportáveis que musicistas, técnicos e teóricos - hahah). Existe uma infinidade de bandas por aí, cada uma com o seu estilo, referências e pretensões. Não tem como colocar todas em um único balaio. 

A raiz do indie rock está nas bandas de rock alternativo, o pós-punk e o new wave dos anos 80, mas vem se modificando ao longo do tempo. Se olhar para o cenário nacional, a diferença é gritante. A prova disso está em três ou quatro bandas que eu posso citar aqui: Plutão já foi planeta, Sound Bullet e Valente, por exemplo. Considero as três "indie rock", adoro as três, e são poucas as semelhanças entre elas.

O mesmo não acontece se pegar exemplos fora do braziu. Consigo notar algumas semelhanças entre as bandas que eu gosto, e entre outras bandas que não gosto, mas que são reconhecidas como representantes do indie rock, tais como: White Stripes, Arctic Monkeys e The Strokes. Estilos parecidos que me cansam. (desculpa aí). Prefiro sons mais melódicos, pós-punk, como: Tocotronic, após o álbum "Schal und wahn" (banda alemã), New Mayans, New Politicians, Doves, The Joy Formidable

A semelhança entre as bandas ditas "Indie" é que elas não estão na novela da globo? Se fosse assim a Scalene não seria mais indie, e já ouvi falar que não são, e discordo. Magnetite está aí para nos mostrar que a banda não está seguindo uma tendência, não está necessariamente buscando ser tocada no rádio. Pelo menos não seguindo caminhos comerciais para isso. Aliás, as bandas indie nacionais se diferenciam de bandas como Coldplay, Kaiser Chiefs, The Killers e tantas outras que estão debandando para uma pegada eletrônica, ficando todas muito parecidas, de novo.


O undergound não é mais tão underground


Se ser indie era ser underground, ninguém mais o é! Graças a Internet, as bandas podem se tornar mais conhecidas. Eu só conheci Sound Bullet por causa do Twitter, e se não fosse a rede não conheceria metade das bandas nas minhas listas do Spotify. E sem as redes sociais, certamente a Scalene não estaria tocando na novela da globo, eu não conseguiria continuar acompanhando a Valente, a Plutão já foi planeta, a Stella ou a Baby Budas.

Então, indie rock ou pop, nada mais é do que uma produção independentemente criativa. Essa foi a conclusão a que cheguei. Porque se não é a visibilidade, popularidade, estilo ou o selo, sobra o criativo para a classificação. E, também acredito que a classificação quer dizer nada. Música boa tem que ser aquela que nos toca, que nos faz bem (de preferência). Essa é a minha relação com a música pelo menos.


E para vocês, como vêem essas classificações, vocês ouvem alguma coisa muito diferente, que ninguém conhece? Contem aí nos comentários! 



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=P

segunda-feira, dezembro 28, 2015

Songs Of Innocence o (novo?) álbum sensacional do U2!

E o ano quase acabou sem Songs Of Innocence, do U2, pra mim! Conseguem acreditar nisso? Estava tão desanimada com o U2 nos últimos álbuns lançados, que nem fui ver o que tinham aprontado no álbum mais recente. Lembro do episódio das músicas no iTunes e das pessoas reclamando, motivo pelo qual nem quis ouvir. Ou, se ouvi, não dei importância, nem sei. Mas, a grôbo e suas propagandas sobre a exibição do show deles agora no fim de 2015 me fez lembrar dessa banda que tanto me alucinou no passado.


Então, antes de dormir fui para o Spotify pra ouvir alguma coisa e dei de cara com esse "novo álbum" e quase o rejeitei, mas pensei melhor e "ah, não custa". E ainda bem que pensei assim, porque já na primeira música (The Miracle (Of Joey Ramone)) minha atenção foi fisgada.

O álbum parece muito novo, e é, ao mesmo tempo, tão U2, que fiquei emocionada (quase sem exagero). Fazia muito tempo que não ouvia um álbum inteiro do U2 sem pular faixas chatas e músicas enjoativas. Mesmo nos mais pops, cheio de HITS, eu odeio todos os hits! E ficar ouvindo sempre as músicas antigas, ou 5 músicas de cada álbum é muito deprimente, por isso havia parado de ouvir.

Lendo sobre a história de como o álbum foi "concebido", deu pra entender porque ele é tão perfeitinho. Bono (esse lindo!) deu algumas entrevistas dizendo que queria algo melhor que o No Line On The Horizon (que até que é bom, mas nem tanto). E eles levaram anos pensando e melhorando cada faixa.
Tematicamente, Songs of Innocence relembra a juventude dos integrantes irlandeses, em homenagem às inspirações musicais de Ramones e The Clash, ao tocarem músicas da época de infância, namoros e arrependimentos. Bono descreveu Innocence como "o álbum mais pessoal que eu já escrevi". (fonte)

Resumindo: o resultado compensou a espera!

E agora tenho um álbum novo, cheio de músicas novas, instigantes, interessantes, é simplesmente lindo! O mais curioso é que enquanto ouvia eu percebia elementos muito presentes no indie rock atual, é como se eles tivessem sido influenciados pelas bandas que estão aí hoje, as mesmas que (muitas delas) se inspiraram por causa das músicas deles.


Faixa a faixa do Songs Of Innocence:

1."The Miracle (of Joey Ramone)"
2."Every Breaking Wave"
3."California (There Is No End to Love)"
4."Song for Someone" - Linda demais!!!!!
5."Iris (Hold Me Close)" - Muito U2, pelos melhores motivos!
6."Volcano" - do tipo legal que poderia virar a pop chata, :P
7."Raised by Wolves"
8."Cedarwood Road"
9."Sleep Like a Baby Tonight"
10."This Is Where You Can Reach Me Now"
11."The Troubles"


Algumas músicas me lembraram muito The Killers, o que me fez pensar muito em como vai ser o novo álmbum da banda, que espero não demore muito. Quem sabe (fiquei pensando/viajando) os caras do The Killers (que tiveram influência muito forte do U2) não ouviram esse disco, sentiram aquela vontade de fazer um álbum sensacional como os primeiros da carreira e estão agora compondo loucamente, músicas maravilhosas como essas do Songs Of Innocence?

Lembrei disso porque: adoro The Killers, quero música nova, quero mais músicas boas como as do primeiro álbum, que não por acaso lembra muito os primeiros trabalhos do U2. Em Songs Of Innocence o U2 parece ter voltado pro caminho da boa música e de banda maravilhosa! Eu tô encantada com eles outra vez. Desejo o mesmo para o The Killers, e que isso seja em 2016, pro ano ser o mais lindo desta década! :P

Pra ouvir online de graça: Spotify - Deezer

E deixo aqui a minha preferida (por enquanto) por ser indie rock na veia e com toda personalidade que o U2 sempre teve: Raised by Wolves!

\o/

sábado, setembro 19, 2015

Finalmente: Straight In No Kissin' da Big Talk!

Estive enrolando por um tempo, mas finalmente venho tecer comentários sobre o novo álbum da Big Talk, Straight In No Kissin'. Confesso que esperei aparecer no Spotify, o que só percebi essa semana. O poder marketeiro deles, assim como a loucura dos fãs, não é como a do Brandon Flowers. Talvez por isso o barulho não tenha sido tão grande quanto o do lançamento do The Desired Effect (sobre o qual já falei aqui - leia aqui!).


Para quem não sabe, essa banda é um projeto paralelo do baterista da banda The Killers, Mr Ronnie Vannucci Jr. Straight In No Kissin' é o segundo álbum da banda que surgiu em 2011 (no outro hiatus do The Killers) com o álbum de estreia "Big Talk". Big Talk, o álbum contou com a participação do querido Ted Sablay (que hoje toca com o The Killers).

A experiência era para ser de um álbum solo do Ronnie, mas ao se juntar com amigos durante a produção, como o Taylos Mine por exemplo, o projeto acabou virando banda. E uma boa banda! O Ronnie tem um "passado musical" bem interessante. Antes do The Killers ele tocava em qualquer banda que precisasse de um baterista, bandas de bailes inclusive. Então formei a ideia de que ele é super cabeça aberta para música, do tipo que se diverte com tudo (coisa da minha cabeça - lá vem teorias).

Então, a Big Talk veio com essa vibe de múltiplas influências. Não se parece em nada com The Killers, e de Indie Rock praticamente só tem o fato de ser independente/alternativo. O estilo é difícil de definir, mas percebe-se a influência oitentista, rock meio Glam, divertido e tal. Coincidentemente, ou não, as músicas parecem muito com as de trilha sonora de filmes que têm bailes e jovens.

Ao comparar o primeiro álbum com o Straight In No Kissin' é evidente a coerência, a personalidade da banda salta aos ouvidos, eles têm uma sonoridade única. Mas, o álbum mais recente é diferente.
Não parei pra olhar as letras ainda, mas as músicas são mais divertidas - apesar de serem também melódicas (bonitinhas) como as do Big Talk - tem os arranjos mais elaborados. Big Talk (álbum) parecia mesmo uma experiência, agora a banda apresenta um trabalho mais "consistente".

Uma curiosidade sobre o lançamento desse álbum foi a estratégia usada pelos caras (se é que dá pra chamar isso de estratégia, eu não entendi o porque disso), eles foram à vários programas para lançar o álbum, todos vestidos de menina. Ronnie de bocão vermelho no meio da barba desleixada ficou, no mínimo, curioso.

As faixas do Straight In No Kissin' são: 

1. Hold That Line
2. Animal Husband
3. What Happened To Delisa?
4. La Rue D'Awakening
5. Cocktail Party
6. I've Been Sentimental Lately
7. What The Night Can Do
8. All My Luvin'
9. The Void
10. Another Satellite
11. Neon's Not Enough Light (essa com uma pegada bem indie, pra me desmentir!!)

Todas as músicas do novo álbum foram escritas por John Konesky, Taylor Milne, John Spiker, Ronnie Vannucci Jr e Brooks Wackerman.

Aqui fica o vídeo da apresentação emblemática, uma das primeiras aparições para o lançamento:


I've Been Sentimental Lately - Live




Pra vocês conhecerem um pouco mais sobre a banda, os dois álbuns estão no Spotify, iTunes e outros.

E também tem os canais oficiais: Site
Fanpage Big Talk - Twitter e Instagram @BigTalkMusic


sábado, julho 11, 2015

Kaiser Chiefs: loucos, divertidos e carismáticos!

A banda Kaiser Chiefs é a banda britânica de "indie rock" conhecida por: "Ruby", "Oh my God" e "Coming Home" ou, depois dos últimos shows da banda Foo Fighters no Brasil "a banda que abriu pro Foo Fighters". Mas, é também uma banda incrivelmente louca (adoro essa classificação) formada por cinco músicos de primeira, com um front man que diz muito sobre a "proposta" deles. Loucos, divertidos e muito carismáticos.


Já falei que não gosto da classificação "indie", porque existe hoje um indie popular que não representa o som de bandas que eu caracterizaria como "indie". Mas, Kaiser Chiefs faz (ou fez) parte da cena independente do Rock Britânico, já que estão na estrada desde 2003, mas tornou-se mais conhecida mundialmente nos últimos anos. No site oficial eles contam um pouco essa história confere aqui.  E muito também deve estar associado ao fato de o vocalista Ricky Wilson ter (ou estar) participando do The Voice UK (que por sinal é muito bom).

A participação de Ricky Wilson no reality deve ter dado mais visibilidade para a banda, mas também a "simpatia" com outras bandas e artistas também deve ter contribuído. Muito ativos nas mídias sociais, eles compartilham muito do dia a dia da banda. E foi assim que soube da existência deles, inclusive.

Graças às fotos que Ricky tirou com Brandon Flowers, do The Killers, e que chegou até mim através da rede das "Victims". Mas, é claro, nada disso faria diferente, se eles não fossem mesmo muito bons, e eles são!

E lá estava eu pensando em ouvir algo diferente, aparece "Kaiser Chiefs", começo a ouvir nunca mais me lembro de parar!!! Foi assim: por músicas diferentes, letras loucas ou não, arranjos incríveis, que sempre quero ouvir alguma música deles. Muitas delas viciam, e "Ruby", "Oh my God" e "Coming Home" não são nem de longe as que mais gosto. Inclusive Ruby nem está salva nas minhas playlists.

Eles têm cinco álbuns e de maneira alguma vou escolher  que é melhor, porque de fato gosto de todos - é claro, tirando algumas baladinhas que não gosto ou essas famosinhas citadas antes. Então agora vem "a lista" do que tem de melhor na minha humilde opinião! :)


Do Employment, primeiro álbum, tem "I predict Riot", "Oh my God" e "Na na na na naa", mas "Saturday Night" supera todas essas! *o*




Já o segundo álbum, Yours Truly, Angry Mob, tem "Ruby", "The Angry Mob", eu gosto demais da "My Kind of Guy" e da "Retirement" mas, "Everything Is Average Nowadays"...




Do Off With Their Heads, terceiro álbum, tem "Spanish Metal", a louca "Never Miss a Beat" (ouça!), "Can't Say What I Mean" (a coisa vai ficando complicada, quero listar todas!). Vou destacar a baladinha mais fofa do universo: Remember you're a Girl! <3 p="">




E em 2011 veio o "The Future Is Medieval", BRILLIANT!!! Aqui tem uma miscelânea de estilos e tem que ouvir tudo pra entender. "Can't Mind My Own Business", "I Dare You" e "Problem Solved" muito difícil escolher!!!  Então vou destacar uma mais emblemática, a cara do Kaiser Chiefs pra mim: "Cousin In The Bronx". 



E, de Education, Education, Education and War, trabalho mais recente da banda... Vou resumir com o single mais recente, porque essas coisa de escolher não é fácil!



E, aconselho muito ouvirem tudo! A banda está no Rdio e Deezer, além do Spotify. E nesse último tem uma playlist deles com todas as músicas, fica a dica: Playlist Kaiser Chiefs


terça-feira, maio 12, 2015

Saiu! The Desired Effect by Brandon Flowers!

Finalmente, depois de meses de lançamentos inesperados de singles e video clipes, saiu o The Desired Effect do "solo Killer" Brandon Flowers. Eu estive acompanhando cada lançamento ansiosa, particularmente porque sou fã de The Killers, e do trabalho solo do Brandon. Flamingo, o primeiro álbum solo dele é muito bom, e esse segundo tinha tudo para ser bom.

As músicas da carreira solo do Brandon Flowers são diferentes das que estamos acostumadas a ouvir no The Killers. Ainda que a voz seja a mesma, as canções têm uma pegada diferente. Apesar disso, nota-se alguma semelhança (é claro) no Flamingo (2010) e no Battle Born álbum que o The Killers lançou em 2012. Mas, é coisa que fã percebe, provavelmente por ouvir muito e acompanhar a cada momento o que acontece com a banda.

Mas, vamos logo falar do Desired Effect!!  O Álbum não foi oficialmente lançado, mas disponibilizado no iTunes Music (acesse aqui) hoje, 12/05. Para quem não conseguir ouvir pelo iTunes, e/ou não quiser esperar até a data de lançamento saibam que sim, já está disponível pra download em alguns sites, Fanpages, tem torrent e etc.


Primeiras impressões:

O álbum é um passaporte para os anos 80, sim! Brandon está nessa vibe, chamou Ariel Rechtshaid para produção, e o resultado foi esse, músicas com forte influência, mas repaginadas e muito legais. Tem refrões marcantes, teclado, voz sintetizada (bem pouco e só em uma das músicas - thank god), participação de "Pet Shop Boys!", uma pegada bem pop e letras divertidas (às vezes estranhas, o que parece romântico nem sempre é). Apesar de pop, tem guitarras, de uma forma bem equilibrada.

Então, quem for ouvir não pode esperar por algo que soe como The Killers, nem esperar que seja parecido com o álbum solo anterior. É um disco novo, pop, com baladas e músicas dançantes, bem produzido, com a voz do Brandon Flowers e com backing vocals incríveis.

Faixas:

1. Dreams Come True
2. Can't Deny My Love (1º Single/Vídeo)
3. I Can Change
4. Still Want You (2º Single/Vídeo)
5. Between Me And You
6. Lonely Town (3º Single/Vídeo)
7. Diggin' Up The Heart
8. Never Get You Right
9. Untangled Love (Minha preferida até aqui! Riffs que lembram o Dave, The Killers)
10. The Way It's Always Been

Bônus Track:
- The Desired Effect Ouça aqui
- Btwn Me 'N U Ouça aqui

Várias músicas já estavam "conhecidas" por conta dos shows que já rolaram, em que ele as apresentou, tais como a "Diggin' Up the Heart", por exemplo. Mas, essa é uma música que surpreendeu, porque ela parecia bem boba ao vivo, quando a versão de estúdio é muito legal, com influência rock muito forte, sem descaracterizar o estilo 80, uma mistura muito legal. É uma das que mais gostei.

Ainda estou viciada em "Cant't Deny my Love" e "I Still Want You", sendo essa última a mais viciante! Assim como a "Lonely Town" e a "I Can Change", elas foram todas disponibilizadas no iTunes, Spotify, YouTube e Deezer. E, nesses últimos dias "Untangled Love", "The Way It's Always Been" e "Never Get You Right" tocaram no rádio, e Victims desse mundão gravaram e disponibilizaram online (a internet é linda!).

Então, conforme indicado nas pistas (visual do Brandon), e músicas lançadas até aqui, o álbum entrega o que promete, pop, 80's. Brandon Flowers se superando. ;)


Agora os clipes, pra vocês terem uma noção de tudo que falei até aqui:

Começo com Still Want You, porque é o melhor clipe. Divertido, Brandon. Sem mais...


Terceiro vídeo, sem Brandon, mas igualmente divertido/weird. Prestem atenção na letra... Lonely Town


E a atuação (não curti) de Brandon no primero vídeo/single, Can't deny my love:


Se gostou, comenta aí! :)



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