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quinta-feira, novembro 05, 2020

The Killers está de volta ao Indie Rock

 Depois de um álbum que nem citei por aqui, o famigerado Wonderful Wonderful (2017), The Killers está de volta ao cenário Indie Rock de onde nunca deveria ter saído com o perfeito Imploding the Mirage.



E para quem acha que estou me referindo ao "underground", não é sobre mídia e sucesso que me refiro e sim ao estilo Indie Rock. Se quiser entender melhor, respondi nesse outro post O que é Indie Rock?

Mas, é do álbum novo e de música boa que quero falar hoje. Se quiser já colocar o Implodind the Mirage pra ouvir enquando falo sobre ele, é só clicar aqui.


Implodind the Mirage faixa a faixa


1 - My Own Soul’s Warning

Essa faixa ainda tem um pouco do POP que vimos no álbum anterior. Mas, tem uma atmosfera mais indie, guitarra e baixo bem presentes, além do tecladinho tão próprio da banda. E me fez lembrar muito o Battle Born. Um disco que gostei demais.

Gostei muito do vocal. Brandon voltou em plena forma, um pouquinho de eco e o rouquinho que se ouvia nos primeiros álbuns. 


2- Blowback

Quase uma baladinha, baixo e guitarra fortes. Achei muito a cara de Battle Born (de novo), gostei. E um destaque especial para a letra dessa música que fico pensando, pensando e pensando...


Born into poor white trash and always typecast

But she's gonna break out, boy, you'd better know that

It's just a matter of time

She fights back

Breathing in the blowback


3- Dying Breed

Mais uma com uma pegada pop anos 80. Tem um refrão meio chiclete, e eu gosto, o que eu posso fazer? É daquele tipo de música que vai crescendo, aumentando ritmo, ficando mais intensa. Os vocais estão perfeitos. 


4- Caution

Caution foi o single de lançamento do álbum. Ele está bem conectado com o álbum anterior. Porém, já mostra como vai ser esse novo álbum. Tem muito estilo comercial, refrão chiclete e tecladinho. Não é ruim, só não é a minha preferida.


5- Lightning Fields (Feat. K.D. Lang)

Acho que a música mais pop do álbum, mas um pop com um pé no indie, meio eletrônico. Tem vocais muito legais, essa participação da KD Lang é de arrepiar.


6- Fire In Bone

Uma música que tem um ritmo empolgante, baixo presente do início ao fim. Ela lembra as músicas do Wonderful Wonderful, mas numa versão melhor. O refrão é muito legal!

 

7- Running Towards A Place

Vocês têm que assistir eles tocando essa música ao vivo. Eu adoro tudo nessa música, especialmente o Brandon Flowers. hahaha

Ah! Bem estanho ver The Killers sem a sua formação completa, original e perfeita. O baixista, Mark Stoemer, e o Guitarrista, Dave Keuning, andam afastados, não querem mais sair em turnê. O guitarrista sequer posou pra capa de Wonderful Wonderful. Mas, não há qualquer indicação de que tenham saído da banda. Parece que é só um tempo. 



Nessa apresentação do Pandora Live está a formação atual. Quem toca com eles é o guitarrista (antes de apoio) Ted Sablay, que é muito bom. E o baixo está com o Jake Blanton, que já tinha tocado no lugar do Mark Stoemer no período que esse esteve com problemas de coluna e se afastou dos palcos.


8- My God (Feat. Weyes Blood)

Uma música dramática do jeito que eu adoro. Os vocais, como em todas as demais músicas, está incrível. Ela tem uma pegada indie eletrônica, um pouco fantástica (não me pergunte o que isso quer dizer!), um ritmo muito bom. 

Fiquei muito curiosa pra ver eles tocando My God ao vivo. Tenho certeza que vai ser impressionante!


9- When The Dreams Run Dry

Essa é bem diferentona. Assim como Dry Breed vai crescendo, mas com altos e baixos, coro e vocais impressionantes. Se esse é o novo The Killers, eu gosto.


10- Imploding The Mirage

A música de dá título ao álbum é a última, encerrando esse passeio pelo indie rock pop moderno e vintage. É pop, com um embalinho bom pra dançar. É outra que deve funcionar muito bem ao vivo.


Opinião definitiva sobre Imploding the Mirage do The Killers?


Como vocês podem ver eu gostei bastante de Imploding the Mirage. Depois de Wonderful Wonderful eu tinha parado de ouvir, mas esse álbum me trouxe de volta pro clube dos Victim od The Killers.


O álbum está disponível em todas as plataformas de música Spotify, Deezer, Youtube. A pena que o álbum fisico não tem um preço muito acessível, acredito que o citado abaixo seja importado. 
 

sexta-feira, setembro 01, 2017

O que é indie rock?

O que é indierock? Bem, comece não julgando um texto pelo título. A pergunta parece boba, mas, juro que tenho uma reflexão para compartilhar e não só um monte de baboseira, definição e algo parecido com o que se encontra na Wikipedia. O que quero escrever hoje é sobre algo que volta e meia eu me pergunto, e que voltou a circular nas minhas ideias quando meu antigo professor perguntou que estilo era "The Killers". 




Enrolei quase um ano para terminar esse texto. A pergunta aparentemente aleatória aconteceu quando fui com a camiseta da banda para a aula de alemão (saudades). O professor, por não conhecer a banda deduziu, pelo nome, que fosse Hardrock. Hardrock? perguntou ele. Ao que respondi "não, indie".

Respondi e fiquei pensando. A palavra "indie" ficou ecoando na minha cabeça, envolta pelo pensamento: ora! Se ele não conhece The Killers, provavelmente não sabe o que é indie. E como se tivesse lido a mente dele, percebi que o Lehrer ficou repetindo "indie, indie, indie..."  e finalmente me saiu com a pergunta: "indie pop"? Eu achei graça, respondi que não, que era indie rock.

Bem, depois dessa conversa no elevador fiquei pensando (de novo) sobre o que era indie rock. Revisitei mentalmente as bandas que eu gosto e que são, de acordo com a minha humilde opinião, indie. E consegui duas classificações mais palpáveis: 

Indie = independente

Bandas que não têm gravadora, fazem seu trabalho por conta própria ou com financiamentos coletivos.

Indie = estilo de música

E nesse "indie" caberia inclusive o "indie pop" sugerido pelo professor.


The Killers, a banda em questão, começou como Indie, no sentido "independente" da palavra, depois cresceu absurdamente e continuou fazendo um som não muito convencional. Não se tornou necessariamente pop, e aí? Onde é que ela vai se encaixar? É aí que eu acho que o "indie" vira gênero também. Ainda que bandas como The Killers tenham aparentemente pleno controle das suas carreiras, sendo independentes, não pertencem mais ao cenário underground, e estão num ambiente mais comercial, é o que me parece pelo menos.




E quando se fala de gênero, o que é Indie Rock, afinal?


Voltei a lembrar das músicas que ouço e que acredito serem Indie e me dei conta de que não existe um padrão que se possa definir. Talvez por isso as pessoas "normais" odeiem quando tem um fã de indie perdido no meio de uma conversa sobre música (só não somos mais insuportáveis que musicistas, técnicos e teóricos - hahah). Existe uma infinidade de bandas por aí, cada uma com o seu estilo, referências e pretensões. Não tem como colocar todas em um único balaio. 

A raiz do indie rock está nas bandas de rock alternativo, o pós-punk e o new wave dos anos 80, mas vem se modificando ao longo do tempo. Se olhar para o cenário nacional, a diferença é gritante. A prova disso está em três ou quatro bandas que eu posso citar aqui: Plutão já foi planeta, Sound Bullet e Valente, por exemplo. Considero as três "indie rock", adoro as três, e são poucas as semelhanças entre elas.

O mesmo não acontece se pegar exemplos fora do braziu. Consigo notar algumas semelhanças entre as bandas que eu gosto, e entre outras bandas que não gosto, mas que são reconhecidas como representantes do indie rock, tais como: White Stripes, Arctic Monkeys e The Strokes. Estilos parecidos que me cansam. (desculpa aí). Prefiro sons mais melódicos, pós-punk, como: Tocotronic, após o álbum "Schal und wahn" (banda alemã), New Mayans, New Politicians, Doves, The Joy Formidable. 

A semelhança entre as bandas ditas "Indie" é que elas não estão na novela da globo? Se fosse assim a Scalene não seria mais indie, e já ouvi falar que não são, e discordo. Magnetite está aí para nos mostrar que a banda não está seguindo uma tendência, não está necessariamente buscando ser tocada no rádio. Pelo menos não seguindo caminhos comerciais para isso. Aliás, as bandas indie nacionais se diferenciam de bandas como Coldplay, Kaiser Chiefs, The Killers e tantas outras que estão debandando para uma pegada eletrônica, ficando todas muito parecidas, de novo.


O undergound não é mais tão underground


Se ser indie era ser underground, ninguém mais o é! Graças a Internet, as bandas podem se tornar mais conhecidas. Eu só conheci Sound Bullet por causa do Twitter, e se não fosse a rede não conheceria metade das bandas nas minhas listas do Spotify. E sem as redes sociais, certamente a Scalene não estaria tocando na novela da globo, eu não conseguiria continuar acompanhando a Valente, a Plutão já foi planeta, a Stella ou a Baby Budas.

Então, indie rock ou pop, nada mais é do que uma produção independentemente criativa. Essa foi a conclusão a que cheguei. Porque se não é a visibilidade, popularidade, estilo ou o selo, sobra o criativo para a classificação. E, também acredito que a classificação quer dizer nada. Música boa tem que ser aquela que nos toca, que nos faz bem (de preferência). Essa é a minha relação com a música pelo menos.


E para vocês, como vêem essas classificações, vocês ouvem alguma coisa muito diferente, que ninguém conhece? Contem aí nos comentários! 



Compre o melhor do Indie Rock em CD, Vinil e mais na Amazon 

=P

quarta-feira, março 01, 2017

TOP 10: As músicas mais ouvidas nos anos 80

Com tanta breguice musical rolando por aí hoje em dia, comecei a pensar no que era considerado brega nos anos 80. Toda época tem os seus clássicos, que todos adoram chamar de brega, mas que no fundo todo mundo ama, e canta do início ao fim. Aos nascidos depois dos anos 90 e que não tem um saudosista na família que o tenha apresentado a essas pérolas: aproveite para conhecer! :P

Aqui está o meu TOP 10, com as músicas mais ouvidas, mais tocadas, mais pedidas, nos anos 80. Eu cresci ouvindo o que as minhas irmãs mais velhas gostavam de ouvir, e o que a minha mãe gostava. Então meu repertório brega é extenso e variado: passa por "Ovelha", "Fábio Jr", "João Penca e seu miquinhos adestrados", e tudo o que tocava nas rádios nos anos 80. 

Estabeleci alguns critérios para formar essa lista: primeiro, só incluí músicas internacionais; depois, selecionei as que mais ouvida, e as que gostava, ou que marcaram por algum motivo, e algumas que continuei ouvindo (por conta própria ou não) nos ano 90. E aí está!

TOP 10: As músicas mais ouvidas nos anos 80


7- Big In Japan - Alphaville 
8- Thriller - Michael Jackson

* Clica no nome da música para assistir ao vídeo, para recordar ou para conhecer e apreciar! KKKKK

Invejosos dirão que a história não foi bem assim, que Thriller foi muito mais tocada do que "Wake Me Up Before You Go Go", e que "Like A Player" não foi a mais pedida da Madonna. Mas, essa lista foi colocada na ordem que eu me lembro e que mais gosto, então, 8º lugar para Michael Jackson está ótimo. 

"She Bop" da Cyndi Lauper não é a música mais conhecida dela, eu sequer lembro se ela tocou no rádio. E se ela está nessa lista de TOP 10, é porque eu amo essa música e lembro de tê-la ouvido por muitos anos, e se tocar hoje eu ainda vou ouvir bem faceira. Sem falar que o clipe é algo que data muito a música. Tu bate o olho e sabe que é anos 80. Acho isso muito legal.

A Cyndi foi ofuscada pelo sucesso louco da Madonna e pela disputa dela com Michael pelo reinado do POP. "Girls Just To Want To Have Fun" foi a primeira que pensei em colocar nesta lista, assim como "Like A Virgin", para Madonna. Mas, não seria justo, ela tem um disco repleto de hits incríveis, não dá pra ficar na mesmice. E quanto à Madonna, ela começou a causar na cena POP com o clipe polêmico de "Like A Virgin", e acho que foi aqui que ela aprendeu a fórmula pra ficar cada dia mais falada e ryca.

"Livin' On A Player" está tão bem posicionada porque ainda amo essa música (me julguem!), assim como outras clássicas do Bon Jovi, que na real acho que comecei a conhecer e a gostar só depois, nos anos 90. Mais um motivo para estar aqui, atravessaram o tempo.

E Whan!, minha gente, é algo inexplicável. Essa música é sensacional e a cara dos anos 80, e a banda é só mais uma banda de uma música só. E como se parece com Queen? Alguém mais notou? Nunca ouvi comentários a respeito. E Queen, com "Radio Ga Ga" é outra daquelas que atravessaram o tempo, e não tem quem não se impressione com a música, que parece brega, talvez seja, mas é daquele tipo de música brega que a gente ama odiar, ou odeia amar, quem sabe?

E as músicas que estão ali na lista e não citei, são as chatas, chicletes, que tocavam muito, que não dava pra evitar. Sou capaz de canta-las do início ao fim, e não gosto nem um pouco disso. Tipo o sentimento com "Somebody Told Me" do The Killers.


E porque adoro Cyndi Lauper, deixo o clipe de She Bop aqui em destaque! :)




Bem, é isso. Para marcar a quarta-feira de cinzas, um post com bom humor e nostalgia.

=P




quarta-feira, fevereiro 15, 2017

Qual será a música do carnaval 2017?

Um post para sentir um pouco de vergonha. Mas, eu prometo, isso não é o que parece. Chega essa época do ano e até a pessoa mais sensata começa a pensar em carnaval, folia e na TV, na Internet, só o que se vê é gente querendo saber qual será a música do carnaval 2017? Saber quais as músicas que vão bombar no carnaval é muito importante. Saber qual o hit do verão, a seleção de arrochas para fazer aquele sucesso.

É, agora não se fala só das musas baianas, Ivete Sangalo, Cláudia Leite, ou do Asa de Águia, nada disso. Povo quer saber qual vai ser o sertanejo da vez. A competição cada vez mais acirrada para saber qual vai ser o lixo sonoro que vai infernizar os poucos seres humanos que não vêem o menor sentido nessa alegria fora de época, nesse vale tudo sem medida, sem noção. Sim, vem aí mais um post desabafo, antes mesmo da "folia começar".



Eu tinha pensado em fazer um post falando do que vai bombar neste carnaval para quem curte rock, indie rock, ou qualquer coisa que não seja, nem lembre, carnaval. Mas, indie é um estilo independente até pra quem escuta. O que está na moda pra mim não está para a maioria das pessoas. Exceto, é claro, quando o hit da estação é de uma banda indie popular, como The Killers, que não lança álbum novo há mil anos, e não poderia ter um hit de carnaval em uma lista de 2017.

Então mantive a ideia do post indo pra esse lado das diferenças, da intolerância, e quase mudei o rumo migrando para o ódio de ver tanta gente falsamente feliz (ai como sou recalcada), posando de ryca, de sacana, de amor livre, pegação, abuso de álcool, abuso nas estradas que levam a mortes, abusos sexuais que acabam com vidas de mulheres e até de famílias e por aí vai. Mas, eu não vou falar disso.

Vou tentar seguir outro caminho. Discutir gosto musical? Acho que não. Eu sou intolerante. Abençoado seja o criador dos fones de ouvido. A invenção que todas as pessoas do mundo deveriam adotar. Não tem coisa mais irritante do que ouvir música ruim/de gosto duvidoso para quem ouve. Não quero dizer que funk, pagode, sertanejo, axé não prestem. Só que eu não suporto e prefiro manter distância. Não tem situação de falsa alegria, desespero por match, nem cachaça que dê jeito nisso.

Somada a essa intolerância, está as relações possíveis de violência, abuso, machismo, febre coletiva que distrai as pessoas, ou dá razões para que as pessoas finjam esquecer compromisso, responsabilidade e o que são em troca dessa diversão barata. Eu simplesmente não consigo. Sim, esse é um post cheio de "eus" e isso também está me incomodando. Então vou mudar de assunto.


Sobre as músicas que vão bombar neste carnaval - Previsões! 

- Nos trios o hit do carnaval vai ser aquela música que tiver menos texto, e o pouco texto que tiver for uma instrução, seja pra pular, passar a mão em alguma parte do corpo ou acenar, simplesmente. Vai vendo.

Eu gostaria de ver a Pity de volta, já que não dá pra ressuscitar Raul Seixas, pra um bom rock 'n roll.

- Nas "praias" de modo geral, a música do verão vai ser uma briga feia, entre o que a TV vai tentar empurrar, lá dos trios, e um "arrocha" ou sertanejo, ou qualquer uma que sugestione sexo, escancaradamente ou proibidamente (alguém que não quer, mas "ah se eu te pego" tô nem aí).

- Pra turma dos eletrônicos (agora me matam) tanto faz, tudo é barulho, tem que ver qual nome vai pegar, assim fica difícil prever. Entendo nada disso, desculpa aí!

- Entre os esquecidos em suas casas, os diferentões, entre os que se incomodam com a folia toda, vai prevalecer, quando não um seriadinho, aquela música que faz esquecer que se vive no país do carnaval, e vale hit dos anos 60, 70, 2000. Qualquer um que cumpra o papel de entreter, sem compromisso de arranjar parceiro, de fazer bonito, ou gerar selfie nas redes sociais. (até Beatles, que eu não gosto, vale, pra quem curte) Entretenimento do bom, real. Aqui acredito que poucos vão me acompanhar.


E o que tem de música nova?

Pois bem, caçando lançamentos indie quando o tema deste post ainda era brincar com a ideia da música do carnaval 2017, achei o Blog Miojo Indie (que por sinal é muito bom), no qual catei uma banda chamada Cloud Nothings. Estava passando os olhos quando li na descrição a palavra "melancólico", voltei, li novamente, catei a banda no Spotify e estou gostando do que ouvi até agora, do álbum "Life without sound", disco mais recente deles. Neste disco não vi nada de melancólico, diga-se de passagem.

Para quem não entende o que faz as pessoas gostarem de indie rock, aqui vai uma dica. É muito legal achar bandas do nada e descobrir que elas existem há muitos discos, fazem um som massa, têm músicas boas. Isso nunca termina e nunca cansa. Não quer dizer que a gente não ouça nada repetido, muito pelo contrário. Só quer dizer que a gente não fica no hit da estação, num desespero de conectar com outras pessoas porque sabemos a mesma música.

E, quem sabe, se ouvir mais e continuar gostando, saia um post aqui no blog sobre a banda de hoje. Nunca se sabe?

O próximo post deveria, ou poderia, ser sobre leitura, mas estou de novo lendo Sherlock Holmes, e não tenho muito a acrescentar. Só que a história é boa e empolgante, estou identificando um padrão. Se mudar de ideia conto por aqui.


E pra terminar, um hit de verão, descubra de qual!



=P

quinta-feira, dezembro 31, 2015

TOP 10: As músicas e bandas mais ouvidas de 2015!

Como esse ano fiz vários posts com as músicas mais ouvidas (da semana, do mês e etc - se quiser conferir acesse os posts aqui) aproveitando as estatística do LastFM, que pra quem não conhece é um sistema bem divertido que vai somando e registrando tudo que tu ouve, resolvi fazer também o post das músicas mais ouvidas do ano de 2015.

Eu, particularmente, gosto de consultar essas estatísticas do last FM pra ter uma ideia do todo, do que tenho ouvido. Sei lá, gosto de dados assim, organizados! Os números, no caso das músicas e bandas ouvidas denunciam alguns vícios. Como evidencia a lista que segue.

As bandas mais ouvidas em 2015




The Killers, claro, sempre, segue liderando o ranking, assim como The Joy Formidable, que sigo ouvindo muito, e as surpresas do ano: Tocotronic (que já falei sobre aqui), Stornoway (que já falei aqui) e Scalene (que tem recheado os posts TOP 10 e sobre a qual falei aqui - que por sinal aparece também nos posts mais acessados do ano).



Na lista de álbuns mais ouvidos do ano, oops! Mais vícios...





Scalene de novo, Brandon Flowers que, na falta do álbum novo (The Disired Efect) acabe ouvindo Flamingo mesmo, que também é muito bom! E a curiosidade aqui fica por conta do Álbum Tocotronic, que na verdade se chama ROT - é o álbum mais recente da banda. Mas, por algum motivo o Spotufy e em outras mídias aparecem como Tocotronic. E senti falta de Morrissey e Queen, os quais resgatei esse ano e curti muito.


As 10 músicas mais ouvidas de 2015

  1. Scalene — Surreal
  2. Stornoway — I Saw You Blink
  3. The Killers — Human
  4. Brandon Flowers — Lonely Town
  5. Tocotronic — Die Erwachsenen
  6. Brandon Flowers — Can't Deny My Love
  7. The Joy Formidable — While the Flies
  8. Brandon Flowers — Untangled Love
  9. Scalene — Legado
  10. The Killers — Change Your Mind

Sobre a number one, confesso que me surpreendeu, ouvi muito, mas não sabia que era tanto. Já as demais, todas estão entre as dez mais porque realmente são viciantes, adoráveis. e quem não conhece, recomendo! Uma que senti falta nessa lista é When it goes wrong da Sound Bullet, que tenho ouvido demais. É dessas músicas que só de ler o título já dá vontade de ouvir. E também de Bows & Arrows do  Kaiser Chiefs. Gente essa música grudou mais que chiclete e eu ainda amo!


E outro "artista" e músicas que não apareceu nessas listas e que senti falta, foi o Frank Iero. O Álbum de estreia dele, depois de My Chemical Romance e todas aquelas tretas, o frank Iero andthe Celebrates - Stomachaches é maravilhoso e eu ouvi muito esse ano. Então fica o registro.

E assim "passo a régua" e encerro 2015 com dados estatísticos produzidos por mim sobre o que eu ouço, e é bem egocêntrico mesmo, dane-se o que toca pelo mundo, nas paradas ou nas novelas. Eu vivo num universo paralelo, sempre vivi, e viva a internet que nos permite ouvir o que quisermos!

Que venham boas e novas para 2016! :D


segunda-feira, dezembro 28, 2015

Songs Of Innocence o (novo?) álbum sensacional do U2!

E o ano quase acabou sem Songs Of Innocence, do U2, pra mim! Conseguem acreditar nisso? Estava tão desanimada com o U2 nos últimos álbuns lançados, que nem fui ver o que tinham aprontado no álbum mais recente. Lembro do episódio das músicas no iTunes e das pessoas reclamando, motivo pelo qual nem quis ouvir. Ou, se ouvi, não dei importância, nem sei. Mas, a grôbo e suas propagandas sobre a exibição do show deles agora no fim de 2015 me fez lembrar dessa banda que tanto me alucinou no passado.


Então, antes de dormir fui para o Spotify pra ouvir alguma coisa e dei de cara com esse "novo álbum" e quase o rejeitei, mas pensei melhor e "ah, não custa". E ainda bem que pensei assim, porque já na primeira música (The Miracle (Of Joey Ramone)) minha atenção foi fisgada.

O álbum parece muito novo, e é, ao mesmo tempo, tão U2, que fiquei emocionada (quase sem exagero). Fazia muito tempo que não ouvia um álbum inteiro do U2 sem pular faixas chatas e músicas enjoativas. Mesmo nos mais pops, cheio de HITS, eu odeio todos os hits! E ficar ouvindo sempre as músicas antigas, ou 5 músicas de cada álbum é muito deprimente, por isso havia parado de ouvir.

Lendo sobre a história de como o álbum foi "concebido", deu pra entender porque ele é tão perfeitinho. Bono (esse lindo!) deu algumas entrevistas dizendo que queria algo melhor que o No Line On The Horizon (que até que é bom, mas nem tanto). E eles levaram anos pensando e melhorando cada faixa.
Tematicamente, Songs of Innocence relembra a juventude dos integrantes irlandeses, em homenagem às inspirações musicais de Ramones e The Clash, ao tocarem músicas da época de infância, namoros e arrependimentos. Bono descreveu Innocence como "o álbum mais pessoal que eu já escrevi". (fonte)

Resumindo: o resultado compensou a espera!

E agora tenho um álbum novo, cheio de músicas novas, instigantes, interessantes, é simplesmente lindo! O mais curioso é que enquanto ouvia eu percebia elementos muito presentes no indie rock atual, é como se eles tivessem sido influenciados pelas bandas que estão aí hoje, as mesmas que (muitas delas) se inspiraram por causa das músicas deles.


Faixa a faixa do Songs Of Innocence:

1."The Miracle (of Joey Ramone)"
2."Every Breaking Wave"
3."California (There Is No End to Love)"
4."Song for Someone" - Linda demais!!!!!
5."Iris (Hold Me Close)" - Muito U2, pelos melhores motivos!
6."Volcano" - do tipo legal que poderia virar a pop chata, :P
7."Raised by Wolves"
8."Cedarwood Road"
9."Sleep Like a Baby Tonight"
10."This Is Where You Can Reach Me Now"
11."The Troubles"


Algumas músicas me lembraram muito The Killers, o que me fez pensar muito em como vai ser o novo álmbum da banda, que espero não demore muito. Quem sabe (fiquei pensando/viajando) os caras do The Killers (que tiveram influência muito forte do U2) não ouviram esse disco, sentiram aquela vontade de fazer um álbum sensacional como os primeiros da carreira e estão agora compondo loucamente, músicas maravilhosas como essas do Songs Of Innocence?

Lembrei disso porque: adoro The Killers, quero música nova, quero mais músicas boas como as do primeiro álbum, que não por acaso lembra muito os primeiros trabalhos do U2. Em Songs Of Innocence o U2 parece ter voltado pro caminho da boa música e de banda maravilhosa! Eu tô encantada com eles outra vez. Desejo o mesmo para o The Killers, e que isso seja em 2016, pro ano ser o mais lindo desta década! :P

Pra ouvir online de graça: Spotify - Deezer

E deixo aqui a minha preferida (por enquanto) por ser indie rock na veia e com toda personalidade que o U2 sempre teve: Raised by Wolves!

\o/

domingo, dezembro 27, 2015

Retrospectiva 2015, posts mais acessados do ano!

E o ano no blog foi de Backstreet Boys, Scalene, Brandon Flowers, New Politicians, Gerard Way e Soundbullet!! Os posts mais acessados do ano foram, sem dúvida, das coisas mais legais que aconteceram musicalmente pra mim esse ano.



O mais acessado entre os posts escritos esse ano foi o do Show dos Backstreet Boys em Porto Alegre post em que contei como foi ver de perto a boy band mais incrível da história, que marcou demais a minha "juventude". :)

Depois, o segundo mais acessado foi o da Banda Scalene e o novo álbum, Éter. Esse foi uma surpresa, não esperava tantos acessos, e vejo que todos os dias ele tem mais e mais acessos. A galera chega pelas pesquisas no Google. Acredito que seja atrás de links para download, o que não compartilho. Espero que estejam clicando nos links para streaming, é um pouco melhor do que depender da pirataria.

E os demais posts mais acessados, com bem menos acessos, foram:


Fiquei bem contente com os resultados do blog esse ano, e mais ainda de esses terem sido os posts mais visitados, pois mostram bandas novas, diferentes e novos trabalhos. Destaco aqui a Soundbullet, banda muito boa! Assim como a New Politicians, dando uma cara nova pro cenário musical de quem, assim como eu, não aguenta mais ouvir sempre as mesmas coisas. Faltou aqui o post de Tocotronic, banda alemã muito boa, também de indie rock, músicas lindas!

Quem não leu, ou nem conhece as bandas aqui mencionadas, vai atrás, são todos muito bons. Até porque não falo de trabalhos que não gosto. Única exceção foi o novo álbul do Coldplay, cujo post ficou tenebroso, mas como sou fã da banda há tempos, e posso, dá licença! :) Se quiser ler, acesse:
O novo álbum do Coldplay: A Head Full Of Dreams!


Pra encerrar o post, a música mais linda e viciante do ano de 2015!



:)

domingo, dezembro 13, 2015

O Show da Legião Urbana em Porto Alegre foi um Grande Espetáculo!



Na última sexta-feira, dia 11/12, os Porto-Alegrenses receberam de peito aberto Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e convidados para o show de comemoração dos 30 anos da Legião Urbana.


E se fosse resumir esse post em poucas linhas eu diria que; sim, parece meio absurdo a banda Legião Urbana se apresentar sem Renato Russo. Mas, a saudade era tanta, e para muitos como eu, que não puderam ver a banda completa ao vivo, foi mais do que um consolo, foi a realização de um sonho. E o show poderia ter sido perfeito, não fosse as péssimas condições do local escolhido para o evento!

Considero de fundamental importância deixar registrado (e logo) que o Pepsi On Stage é o pior lugar para a realização de shows. E esse lugar medonho se tornou uma das principais casas de shows da cidade, como pode? A acústica é horrível, a pista bizarra, cheia de obstáculos. E a área VIP ocupa quase todo o espaço central. O ambiente é quente e desagradável. Onde eu fiquei tinha inclusive mosquitos atacando a galera. Mas sem dúvida o pior foi o som. Quase não compreendia o que os músicos estavam tocando, quase não dava pra entender o que falavam. Uma porcaria! Mas, era a Legião no palco!

Antes do show começar fiquei observando o público. O óbvio era a presença da galera acima dos trinta/quarenta anos. E o inesperado foi ver uma galera nova, adolescentes, em turmas, com camiseta da banda, e aparentemente tão ansiosos quanto os fãs das antigas. Quando as luzes finalmente se apagaram, o canto "é Legião" ecoou e foi emocionante. Vivenciar aquele momento antes visto somente em gravações dos shows foi emocionante. E quando, após um pequeno atraso, que nos deixou bem impacientes, Dado e Bonfá entram em cena.

Ver aqueles caras ali, ao vivo e a cores foi sensacional! Quebrando protocolos, chegam cumprimentando o público, e pra mostrar o nível dessa apresentação, já saem tocando Será! A plateia delira, pula, dança e canta alto. Eu perdi minha voz, que já estava pouca, ali na primeira música. E depois vem A Dança, Petróleo do Futuro e Ainda é cedo, e depois umas lados B como Perdidos no Espaço seguida da clássica Geração Coca-cola... Assim, intercalando hits absolutos e músicas menos conhecidas, e o povo cantando todas as letras com a alma, emocionados, quase não acreditando no que estava acontecendo.

Renato Russo fez falta? Sem dúvida que sim, mas o que fiquei pensando no decorrer d show foi que a Legião somos nós, Renato sempre dizia isso, e lá estávamos, ignorando o vocalista e cantando do nosso jeito, do jeito que aprendemos com o grande líder da banda. Inclusive, a interpretação dos vocalistas, que assumiram alternadamente as músicas, foi um pouco chata em alguns momentos. Fã de Legião gosta de cantar como o Renato Russo!

Foto; Fabiano do Amaral
André Frateschi cantou quase todas as músicas, mas Dado, e até o Bonfá, assumiram algumas canções. E foi lindo, eles são a alma da banda, e inevitavelmente, as músicas com eles ficaram melhores. Mas, outras pessoas cantaram, uma menina cantou Dezesseis (não sei o nome, não consegui entender), e um outro rapaz que também não sei o nome (paciência). E a grande surpresa da noite foi Paula Toller, que deu o ar da graça cantando duas músicas. A entrada dela no palco funcionou como uma volta no tempo. Estamos de novo nos anos 80, Legião e Kid Abelha no palco!

E depois da surpresa, e depois de tantos hits, a banda sai do palco e quando volta para o Bis, aparece nada mais nada menos do que "Faroeste o Cabloco". Inesperada, porque né? 10 minutos, letra infinita, e quando eles começam a puxar no violão o público canta cada verso, e pira do início ao fim da música. Foi pra lavar a alma! E quando a gente pensa que nada pode ser melhor, o show é encerrado com Que País é Esse? (essa porra do Brasil).

Ainda tinha muita música pra tocar, mas o espetáculo tinha mesmo acabado. A sensação pós show foi de satisfação, e acredito que tenha sido geral, pelas expressões nos rostos das pessoas que deixavam o Pepsi.

A minha participação nesse evento foi decidida de última hora, e só o que conseguia pensar depois é que dei muita sorte de ter dado tudo tão certo para que eu decidisse e fosse até lá. Cresci ouvindo Legião Urbana por influência das minhas irmãs, e fui compreendendo as letras conforme o amadurecimento, Na sexta, ouvindo aquelas músicas de novo, agora com 36 anos, tive uma compreensão ainda melhor, o que só fez crescer a minha admiração pela banda, e pela genialidade do Renato Russo.


E, se alguém pensou que seria tempo perdido um show da Legião "incompleta", saiba que foi um dos melhores shows que já fui na vida. Eu nunca tinha assistido show de Legião Urbana, nem mesmo cover, e estar ao vivo, com tantos fãs, dançando e cantando alto cada música, foi algo que certamente não consegui expressar por completo nesse texto, porque foi ma-ra-vi-lho-so!

Como estava longe, não teve foto que preste, nem vídeo. Está tudo gravado na minha mente! Que, aliás, poderia ser uma prática de mais pessoas, porque, sinceramente, ficar assistindo um mar de celulares levantados, tapando a tua visão do show, é uma bosta!

Sem mais!!
;)

sábado, dezembro 05, 2015

O novo álbum do Coldplay: A Head Full Of Dreams!

E saiu o novo álbum do Coldplay, A Head Full Of Dreams. Confesso que depois de ter ouvido a música de estreia "Adventure Of A Lifetime", lançada umas semanas atrás, não estava muito empolgada com esse álbum. Mas, como se trata de Coldplay, em respeito aos bons momentos que a banda já me proporcionou num passado nem tão distante, dei um crédito e ouvi (na verdade ainda estou ouvindo).



Antes de falar do que estou achando, é importante tecer alguns comentários sobre o perfil da banda:

Primeiro que Coldplay nunca foi muito estável em seus álbuns, do melhor ao pior, é sempre uma salada. Além disso, entre um álbum e outro, principalmente na música de lançamento, sempre causa uma estranheza - tem sempre uma mudança, que com o tempo se mostra coerente, tem uma ou outra música que te faz lembrar que é Coldplay. 

E sempre tem aquelas músicas que vão parar na novela, que viram tema de formaturas, aniversários, declarações de amor e até o slide show feito pela família com resumo do ano de um aniversariantes, sabem do que eu estou falando né? 

Esse tipo de música que tu gosta de primeira e na terceira já tá cansado (história da minha vida). Mas, eles sempre têm aquelas músicas que causam estranheza de primeira, nas próximas vezes que tu ouve fica na dúvida, e de repente ela se torna a música da tua vida. E, claro, sempre tem aquela música que tu até deleta da lista, de tão insuportável.

Convenhamos, não é toda banda que tem álbuns pra ouvir do início ao fim, sem pularmos uma única faixa. E o que eu quis dizer é que Coldplay definitivamente não é uma dessas bandas. Então o A Head Full Of Dreams segue esse "padrão" próprio da banda e, adiantando aqui o que tô achando: ele é menos ruim do que Ghost Stories, 2014. Não vou abrir um parênteses aqui pra falar desse álbum. Só quero dizer que acho chato pra caramba, uma decepção. Porque a música de lançamento não era tão ruim, e ao ouvir o álbum todo me deu sono!

E sobre o A Head Full Of Dreams?

A primeira e única vez que ouvi "Adventure Of A Lifetime" fiquei chocada, pensei "pronto, acabou a banda". Assim, com expectativa quase a zero, o restante do álbum me pareceu ok. A faixa que abre o disco, e que por sinal é a que dá nome ao trabalho, é boa. Lembra muito Coldplay que conhecemos. Depois, "Birds", é um dos pontos altos do disco, é uma música estranha, mas muito bonitinha. 

Do céu ao inferno, vem "Hymn For The Weekend", chata demais, nem tenho o que dizer, pop bobo, desnecessário! Everglow segue nessa linha meio pop lovesong super bobo sonolento. Não curti! Depois dela vem o terror de AOAL e a "Fun" (feat. Tove Lo) igualmente chata, essa moça do pop tem uma voz cansativa, a música é pior que a do outro álbum com a Rihana, ai vai dando um desânimo. 

Então vem mais esquisitice, meio que uma sobra de Ghost Stories, "Kaleidoscope" também não prestou, viu? É daquelas músicas quase instrumentais, que passam de uma faixa pra outra, esqueci o nome. Além dela tem também a "Colors Spectrum" no mesmo estilo. E voltamos pro lado Boring do álbum "Army Of One". Não sei se é porque o que vem antes já tá acabando com a paciência, mas é uma música fraquinha. 

Pra não perder de vez as esperanças, "Amazing day" vem pra acalmar os ânimos, ela tem uma melodia bonitinha. Nada demais, mas dá pra encarar! E "Up&Up" segue na linha enjoativa, ladeira a baixo, com direito a batida pop quase R&B, WTF? 

E assim termina a avaliação desse novo álbum do Coldplay: valeu o Download? Não muito, vale comprar, nenhuma das músicas. Queria vir aqui e fazer um review de tiete, faceiro, mas ficou difícil defender a banda, mais uma vez (embora não tenha feito um post sobre Ghost Stories (eu acho).

É uma pena, MAS, se sempre devemos olhar pelo lado positivo. Mais uma vez a banda não vai ter uma turnê pelo Brasil, vai passar em duas cidades (acho que SP e RJ), e não vou ficar com remorso de não ir. Já perdi as esperanças de um grande show com tanto álbum meia boca. E acho uma pena!

Eu não gosto de fazer posts falando mal. Quando comecei a escrever até achei que sairia algo legal, estava esperando me surpreender com alguma música, mas não aconteceu. E nem posso postar vídeo aqui, ou link para os áudios, porque eles nem liberaram streaming para o Spotify. Só tem a "Adventure Of A Lifetime" por enquanto. Não muito obrigada!


MAS! Quem sabe uma pra mostrar que a banda já foi sim, supimpa. Fica aí uma daquelas músicas deles que não me canso de ouvir. 


Green Eyes <3 b="">









sábado, setembro 19, 2015

Finalmente: Straight In No Kissin' da Big Talk!

Estive enrolando por um tempo, mas finalmente venho tecer comentários sobre o novo álbum da Big Talk, Straight In No Kissin'. Confesso que esperei aparecer no Spotify, o que só percebi essa semana. O poder marketeiro deles, assim como a loucura dos fãs, não é como a do Brandon Flowers. Talvez por isso o barulho não tenha sido tão grande quanto o do lançamento do The Desired Effect (sobre o qual já falei aqui - leia aqui!).


Para quem não sabe, essa banda é um projeto paralelo do baterista da banda The Killers, Mr Ronnie Vannucci Jr. Straight In No Kissin' é o segundo álbum da banda que surgiu em 2011 (no outro hiatus do The Killers) com o álbum de estreia "Big Talk". Big Talk, o álbum contou com a participação do querido Ted Sablay (que hoje toca com o The Killers).

A experiência era para ser de um álbum solo do Ronnie, mas ao se juntar com amigos durante a produção, como o Taylos Mine por exemplo, o projeto acabou virando banda. E uma boa banda! O Ronnie tem um "passado musical" bem interessante. Antes do The Killers ele tocava em qualquer banda que precisasse de um baterista, bandas de bailes inclusive. Então formei a ideia de que ele é super cabeça aberta para música, do tipo que se diverte com tudo (coisa da minha cabeça - lá vem teorias).

Então, a Big Talk veio com essa vibe de múltiplas influências. Não se parece em nada com The Killers, e de Indie Rock praticamente só tem o fato de ser independente/alternativo. O estilo é difícil de definir, mas percebe-se a influência oitentista, rock meio Glam, divertido e tal. Coincidentemente, ou não, as músicas parecem muito com as de trilha sonora de filmes que têm bailes e jovens.

Ao comparar o primeiro álbum com o Straight In No Kissin' é evidente a coerência, a personalidade da banda salta aos ouvidos, eles têm uma sonoridade única. Mas, o álbum mais recente é diferente.
Não parei pra olhar as letras ainda, mas as músicas são mais divertidas - apesar de serem também melódicas (bonitinhas) como as do Big Talk - tem os arranjos mais elaborados. Big Talk (álbum) parecia mesmo uma experiência, agora a banda apresenta um trabalho mais "consistente".

Uma curiosidade sobre o lançamento desse álbum foi a estratégia usada pelos caras (se é que dá pra chamar isso de estratégia, eu não entendi o porque disso), eles foram à vários programas para lançar o álbum, todos vestidos de menina. Ronnie de bocão vermelho no meio da barba desleixada ficou, no mínimo, curioso.

As faixas do Straight In No Kissin' são: 

1. Hold That Line
2. Animal Husband
3. What Happened To Delisa?
4. La Rue D'Awakening
5. Cocktail Party
6. I've Been Sentimental Lately
7. What The Night Can Do
8. All My Luvin'
9. The Void
10. Another Satellite
11. Neon's Not Enough Light (essa com uma pegada bem indie, pra me desmentir!!)

Todas as músicas do novo álbum foram escritas por John Konesky, Taylor Milne, John Spiker, Ronnie Vannucci Jr e Brooks Wackerman.

Aqui fica o vídeo da apresentação emblemática, uma das primeiras aparições para o lançamento:


I've Been Sentimental Lately - Live




Pra vocês conhecerem um pouco mais sobre a banda, os dois álbuns estão no Spotify, iTunes e outros.

E também tem os canais oficiais: Site
Fanpage Big Talk - Twitter e Instagram @BigTalkMusic


sexta-feira, setembro 11, 2015

TOP 10, as músicas mais ouvidas da semana!

Normalmente escrevo o TOP com bandas, mas essa semana andei ouvindo o de sempre: Tocotronic, The Joy Formidable, Radiohead e My Chemical Romance, então ficaria meio sem graça! :P Por isso resolvi falar das músicas mais ouvidas. Ok, nela também tempo um pouco mais do mesmo, mas...


Vale lembra que elas não estão por ordem de preferência, e sim um retrato aí dos últimos dias. Para estabelecer uma ordem de preferência seria um sofrimento (ahahah eu não consigo). Dependendo do meu estado de espírito ouço mais uma ou outra banda, pilho mais numas músicas do que em outra.

Mas, explicando...

Green Eyes, do Coldplay é linda demais e, assim como I Saw you Blink, do Stornoway, eu não consigo parar de ouvir. Chance Your Mind do The Killers é só a música que mais ouvi desde que comecei a registrar isso no last.fm. Scalene tem sido ouvida demaaaais, todas as músicas. Preparação para o show dia 03/10!!! E While the Flies da The Joy Formidable é uma das minhas preferidas deles. Aqueles rifes, são de chorar de emoção. <3 p="">
E não vou esquecer de falar a Sound Bullet, Ambição é uma música do disco demo, raridade que descolei no Last.FM. É muito boa, assim como as músicas do novo álbum, o Pedir perdão. Vale a pena conferir também, ainda que aparentemente os caras não gostem muito da ideia. Compartilhei o link na fanpage e a resposta deu a entender que não se orgulham tanto. Mas, é preciosismo deles, as músicas são boas.

Essa semana sismei com músicas que acabaram não entrando na lista porque ainda não foram ouvidas a exaustão, não tanto quanto essas pelo menos. Senti falta aí de Kaiser Chiefs e A-HA.  The Swing Of Things - Demo #3 é umas das músicas mais incríveis do A-HA, aliás, o álbum dessa música é um dos mais legais na discografia deles.

Bem, a passagem por aqui hoje foi bem curta, só pra marcar presença nessa semana! E, pra ir totalmente contra a lógica, deixo um clipe do A-HA e nada das músicas mais ouvidas.




:P

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