hoje, mais uma vez, eu dormi e acordei sem você
queria ter me deliciado com a sua presença
mas, encarei a casa vazia
silêncio quebrado pelo som dos carros
pelo miado da gata
não é sempre assim
muitas vezes já dormi com a expectativa
companheira de todos os amantes
mas ela nos abandona quando estamos sozinhos
digo, no desejo de estar
quando não há mais pares, mas alguém que quer
o que o outro desdenha
o romantismo se vai
o desejo se perde
os sentimentos se confundem
as palavras, mesmo as mais simples
cortam feito navalha
o chão some
mas a vida segue
vazia
corpo e alma rendem-se frente aos obstáculos impostos pelo medo que outro sente
de ser feliz
de sermos um
e permanecemos dois
*
Livros, séries, músicas, Indie Rock!, games, Doctor Who! e outras coisinhas, nerds ou não.
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sábado, outubro 23, 2010
terça-feira, março 23, 2010
VERGONHA!
Hoje pude ver o que é, na prática, o encadeamento midiático tão falado por Alex Primo em seus estudos.
Deveria estar envergonhada por ter assistido o programa mais abobado da face da Terra, depois dos programas diários vespertinos e outras coisinhas aí, que se dizem de comédia quando na verdade não passam de "rituais" do quotidiano para reforçar o machismo e outros valores ridículos em nossa sociedade.
Mesmo ele não sendo o pior, hoje foi um daqueles dias em que tive que colocar meu nariz de palhaço (sim, eu tenho um). Não contente com o tempo precioso que perdi durante o tal programa, acessei o twitter para saber como estavam as discussões acerca do tema.
Como imaginei, a maioria estranhou o resultado do famigerado confronto! Eu estava com a maioria, o que já imaginava. Acabei descobrindo que nas enquetes que estavam rolando desde o anúncio dessa disputa em específico, e eu realmente estava com a maioria. Seria essa uma opinião pública? Disso eu não sei, mas estou certa de que a "espiral do silêncio" não se pronunciou nesse caso, porque as pessoas costumam se envolver com essas questões, com aquelas pessoas, ficam chateadas, tristes, compartilham dos sentimentos daqueles que vivem no tal "laboratório" como diz o "sábio" apresentador. Ai, Bial, você é o que mais me decepciona!
Mas, como nem tudo é perda de tempo. Fiquei me perguntando em qual será a estratégia? Deixar o jogo alucinante, as pessoas revoltadas com o resultado, e fazê-las assistir mais, votar mais, para que eles possam arrecadar mais? Até o final não deve sobrar quem valia a pena de se assistir "até o fim". Será que não se deram por conta de que esse resultado queima ainda mais a credibilidade do esquema. As montagens estavam a favor de quem saiu, não entendi até agora o que pretendem com isso.
Mas sei que perdi de ler um capítulo do meu livro. E que na TV Cultura estavam transmitindo uma ópera lindíssima! Nesse ponto não estou com a maioria. Costumo não assistir aos comerciais desse horário nobre, zapeio pelos canais, assisto a programas, sejam eles quais forem. Não gosto de espaço comercial, nem os embutidos, enfiados goela a baixo, mas... Assisti um pouco da Opera, sei que poucos sabem que isso foi, ou costuma ir ao ar.
Por fim, vejo que a "poderosa" está nos ajudando, praticamente nos forçando, a procurarmos algo mais interessante, mais produtivo para fazer ao invés de assistir televisão e esses programas interessantíssimos, a "nave louca" está fora de órbita, gente!
Assim, é melhor parar de brigar por personagens inventados, muito bem representados e montados por uma equipe de edição brilhante e deixar de ser palhaço. Reclamar não vai adiantar. Isso é fato.
* Para evitar que esse post contribua para a manifestação contra ou a favor do referido programa, resolvi não citar os nomes. Pelo menos das buscas eu fujo!
Desculpem-me amigos blogueiros que esperavam mais de mim! hahaha Sou da comunicação, tenho de estar por dentro de tudo!
=P
Deveria estar envergonhada por ter assistido o programa mais abobado da face da Terra, depois dos programas diários vespertinos e outras coisinhas aí, que se dizem de comédia quando na verdade não passam de "rituais" do quotidiano para reforçar o machismo e outros valores ridículos em nossa sociedade.
Mesmo ele não sendo o pior, hoje foi um daqueles dias em que tive que colocar meu nariz de palhaço (sim, eu tenho um). Não contente com o tempo precioso que perdi durante o tal programa, acessei o twitter para saber como estavam as discussões acerca do tema.
Como imaginei, a maioria estranhou o resultado do famigerado confronto! Eu estava com a maioria, o que já imaginava. Acabei descobrindo que nas enquetes que estavam rolando desde o anúncio dessa disputa em específico, e eu realmente estava com a maioria. Seria essa uma opinião pública? Disso eu não sei, mas estou certa de que a "espiral do silêncio" não se pronunciou nesse caso, porque as pessoas costumam se envolver com essas questões, com aquelas pessoas, ficam chateadas, tristes, compartilham dos sentimentos daqueles que vivem no tal "laboratório" como diz o "sábio" apresentador. Ai, Bial, você é o que mais me decepciona!
Mas, como nem tudo é perda de tempo. Fiquei me perguntando em qual será a estratégia? Deixar o jogo alucinante, as pessoas revoltadas com o resultado, e fazê-las assistir mais, votar mais, para que eles possam arrecadar mais? Até o final não deve sobrar quem valia a pena de se assistir "até o fim". Será que não se deram por conta de que esse resultado queima ainda mais a credibilidade do esquema. As montagens estavam a favor de quem saiu, não entendi até agora o que pretendem com isso.
Mas sei que perdi de ler um capítulo do meu livro. E que na TV Cultura estavam transmitindo uma ópera lindíssima! Nesse ponto não estou com a maioria. Costumo não assistir aos comerciais desse horário nobre, zapeio pelos canais, assisto a programas, sejam eles quais forem. Não gosto de espaço comercial, nem os embutidos, enfiados goela a baixo, mas... Assisti um pouco da Opera, sei que poucos sabem que isso foi, ou costuma ir ao ar.
Por fim, vejo que a "poderosa" está nos ajudando, praticamente nos forçando, a procurarmos algo mais interessante, mais produtivo para fazer ao invés de assistir televisão e esses programas interessantíssimos, a "nave louca" está fora de órbita, gente!
Assim, é melhor parar de brigar por personagens inventados, muito bem representados e montados por uma equipe de edição brilhante e deixar de ser palhaço. Reclamar não vai adiantar. Isso é fato.
* Para evitar que esse post contribua para a manifestação contra ou a favor do referido programa, resolvi não citar os nomes. Pelo menos das buscas eu fujo!
Desculpem-me amigos blogueiros que esperavam mais de mim! hahaha Sou da comunicação, tenho de estar por dentro de tudo!
=P
quarta-feira, julho 22, 2009

Como encontrar as respostas para nossas vidas?
A cada dia, acordo e vou agindo automaticamente, seguindo a minha rotina sem pensar, faço o que é preciso fazer, ainda que essas ações de "precisas" não tenham nada. Sem pensar se estou certa ou errada, a vida segue. E sempre que resolvo parar e pensar no que estou fazendo, vem a dúvida: será?
Pois todos os dias quando acordamos, temos a chance de mudar o mundo, ou a nossa vida, mas o que fazemos é seguir a nossa rotina procurando ficar o mais confortável possível. Eu não consigo entender os porquês, eu não consigo resolver as equações que se formam na minha cabeça dando um baile nos meus neurônios.
Ontem recebi orientações maravilhosas de como viver bem, de como não me entregar, de me valorizar e a principal orientação era: viva mais e pense menos!
As mudanças não podem acontecer com segurança se não forem bem pensadas, muito bem planejadas. Caso contrário, em muito pouco tempo, estarei seguindo uma rotina irritantemente chata, totalmente ao contrário da que gostaria de estar vivendo, passando por situações inesperadas e desagradáveis: exatamente como agora!
O planejamento é a alma de uma vida segura. E uma vida segura é tudo o que tenho buscado. Segurança e conforto, sem opressão, com muita vida! Vou continuar pensando, até que consiga encontrar uma solução, enquanto isso, amigo, vou agindo sem pensar nas automaticidades e chatices que a minha rotina me reserva todos os dias... Por mais que isso te decepcione!
E segue o baile!
=/
Pois todos os dias quando acordamos, temos a chance de mudar o mundo, ou a nossa vida, mas o que fazemos é seguir a nossa rotina procurando ficar o mais confortável possível. Eu não consigo entender os porquês, eu não consigo resolver as equações que se formam na minha cabeça dando um baile nos meus neurônios.
Ontem recebi orientações maravilhosas de como viver bem, de como não me entregar, de me valorizar e a principal orientação era: viva mais e pense menos!
As mudanças não podem acontecer com segurança se não forem bem pensadas, muito bem planejadas. Caso contrário, em muito pouco tempo, estarei seguindo uma rotina irritantemente chata, totalmente ao contrário da que gostaria de estar vivendo, passando por situações inesperadas e desagradáveis: exatamente como agora!
O planejamento é a alma de uma vida segura. E uma vida segura é tudo o que tenho buscado. Segurança e conforto, sem opressão, com muita vida! Vou continuar pensando, até que consiga encontrar uma solução, enquanto isso, amigo, vou agindo sem pensar nas automaticidades e chatices que a minha rotina me reserva todos os dias... Por mais que isso te decepcione!
E segue o baile!
=/
sábado, julho 11, 2009
Outro dia me cobraram que eu não falava do que se passava de mim aqui no blog. O que essa pessoa não sabe, e deveria saber, é que abri um espaço para falar de coisas mais desinteressantes, tais como eu e minhas reflexões, lamentações e esquisitices... De qualquer forma, creio que possa, sim, falar um pouco dessas coisas aqui no Sabe o que é? sem interferir nem criar concorrência com o "outro lá" (referindo-me ao outro blog).
Quando eu tinha 11 anos de idade recebi um conselho da minha mãe e o segui. Arrependi-me muito do que fiz, porque fiz o que eu não queria, mas, depois de feito, estava feito. Aos 29 anos de idade, recebi um conselho da minha mão novamente, e dessa vez, com toda segurança que tenho nas minhas ações, pelo menos em algumas delas, resolvi seguir esse conselho: ainda não me arrependi, e creio que isso não vá acontecer tão cedo!
Muito curioso o que acontece ao longo da nossa existência no que diz respeito a relacionamentos: mesmo sabendo que a ação a ser tomada vai nos prejudicar, quando sabemos que é o certo a se fazer, é o que fazemos sem pensar. O que posso dizer é que, tanto para uma criança de 11 anos, quanto para a de 29, a decisão não foi fácil, mas me trouxe de volta a realidade.
A realidade nem sempre é uma situação desejada, eu preferiria mil vezes viver num conto de fadas, mas, essa é a principal diferença entre eu e a pequena Dani de 11 aninhos de idade: hoje eu sei, que por mais dura que seja a realidade, ela ainda é a mais sensata e segura para se viver.
Repito: saber da verdade, não nos protege de querer viver na mentira. E deve ser por isso que quando dormimos, nosso subconsciente nos leva diretamente para onde não podemos ou não devemos estar, e acordar se torna um pesadelo do qual não podemos fugir.
Sempre ouvi dizer que o tempo é o melhor remédio. E o que posso dizer é que não quero conhecer o pior - essa homeopatia que deveria pôr tudo para fora, mais parece brincar com os nossos sentimentos ao trancafiar tudo aqui dentro, podendo voltar a qualquer momento!
Mas, deixemos isso de lado, já chega desse "amontoado sentimentalista de clichês"!
=/
Quando eu tinha 11 anos de idade recebi um conselho da minha mãe e o segui. Arrependi-me muito do que fiz, porque fiz o que eu não queria, mas, depois de feito, estava feito. Aos 29 anos de idade, recebi um conselho da minha mão novamente, e dessa vez, com toda segurança que tenho nas minhas ações, pelo menos em algumas delas, resolvi seguir esse conselho: ainda não me arrependi, e creio que isso não vá acontecer tão cedo!
Muito curioso o que acontece ao longo da nossa existência no que diz respeito a relacionamentos: mesmo sabendo que a ação a ser tomada vai nos prejudicar, quando sabemos que é o certo a se fazer, é o que fazemos sem pensar. O que posso dizer é que, tanto para uma criança de 11 anos, quanto para a de 29, a decisão não foi fácil, mas me trouxe de volta a realidade.
A realidade nem sempre é uma situação desejada, eu preferiria mil vezes viver num conto de fadas, mas, essa é a principal diferença entre eu e a pequena Dani de 11 aninhos de idade: hoje eu sei, que por mais dura que seja a realidade, ela ainda é a mais sensata e segura para se viver.
Repito: saber da verdade, não nos protege de querer viver na mentira. E deve ser por isso que quando dormimos, nosso subconsciente nos leva diretamente para onde não podemos ou não devemos estar, e acordar se torna um pesadelo do qual não podemos fugir.
Sempre ouvi dizer que o tempo é o melhor remédio. E o que posso dizer é que não quero conhecer o pior - essa homeopatia que deveria pôr tudo para fora, mais parece brincar com os nossos sentimentos ao trancafiar tudo aqui dentro, podendo voltar a qualquer momento!
Mas, deixemos isso de lado, já chega desse "amontoado sentimentalista de clichês"!
=/
terça-feira, setembro 18, 2007
Incertezas...

Seguindo linhas de raciocínio, chego a conclusões incertas sobre o futuro, sobre o meu futuro. Não vejo pessimismo, tão pouco otimismo, vejo cenas ofuscadas por luz, lágrimas e sorrisos.
Não acredito no que vejo, tão pouco no que sinto. Apenas observo e nada posso concluir. Por que a situação nunca permanece a mesma, a observação acompanha o pensamento e o tempo não pára.
E para estou, olhando observando... Como alguém, ou algum objeto, que fica perdido em alguma parte do espaço tempo, sem noção, inconsciente, vagando por aí. Não mais como uma folha que se desprendeu de uma árvore. Mas como um insano, fugido do manicômio sem sequer perceber o passo que acabou de dar, o rumo que tomou.
RhÁ! Quanta bobagem, nem ingênua como uma folha ao sabor do vento, muito menos insana ou inconsciente. O que falta é o que não virá, sei disso e já não tenho forças para reagir, por que sei que o tempo não pára e o mundo gira e muda, o tempo todo.
"O que há de errado comigo
Não consigo encontrar abrigo"
...não sei mais do que sou capaz...
=
sexta-feira, julho 20, 2007
A mente quieta, a espinha nem tão ereta, e o coração tranqüilo.
Sabedoria popular: "A mente vazia é a oficina do diabo".
A minha opinião à respeito é: Depende!
Por muito tempo temi o fato de não ter o que fazer por muito tempo, trabalhava nas férias do trabalho e estudava nas férias escolares. Agora não, aprendi que cada coisa tem o seu tempo e que descansar é sempre bom.
A oficina do diabo pode bem ser uma mente vazia, mas nem todas as mentes vazias estão propensas a esse tipo de domínio.
Sabedoria popular: "A mente vazia é a oficina do diabo".
A minha opinião à respeito é: Depende!
Por muito tempo temi o fato de não ter o que fazer por muito tempo, trabalhava nas férias do trabalho e estudava nas férias escolares. Agora não, aprendi que cada coisa tem o seu tempo e que descansar é sempre bom.
A oficina do diabo pode bem ser uma mente vazia, mas nem todas as mentes vazias estão propensas a esse tipo de domínio.
domingo, junho 10, 2007
domingo, maio 27, 2007
quinta-feira, maio 17, 2007
(EMPTY)
Cheio de nada, coisas, tudo que não tem e não faz sentido
É assim, que ficam as coisas
Coisa: definida como a indefinição de um objeto
Objeto: aquilo que será analisado, o foco
O foco agora é o nada, e por isso chamo de coisa
Dias que nada faz sentido
O sentido está em não existir nada que me tire da inércia sem objetivo
Olhar em volta, ver o quanto se tem, o que se perdeu
O resultado não importa, nada importa
Nada faz sentido, por que nada tem graça
Cores opacas, ofuscadas por luz demais ou escuridão em demasiado
Tons crus, sem graça
Qual o sentido?
Não tem sentido, falta motivação
Tudo está como sempre...
Só o vazio
"uuuuuu gatu pretu cruzou a straadaaaa, passsssouuuuu por debaixo da sca-aada, e lá no fundo azuuuul da noite na florestaa, a lua ilumino-o-ouu a nossa moda festa - a vira-vira-vira vira-vira-vira vira-vira ômi vira-vira-vira lobisôme"
Isso me ocorreu ontem à noite quando mais um disputa de quem sabe mais e gritarias de discussões sem sentido iniciaram-se à minha volta impedindo-me de estudar para a prova de hoje. O que não me impediu de responder todas as questões banais da prova e, como de costume no ensino médio, enrolar os professores de geografia com meus argumentos e conclusões com base naquilo que eles nos passaram em aula.
Certamente foi isso o que me fez ir pra Física e não para a Geografia, é muito fácil enrolar em Geografia, coisa meio impossível na Física, ahhhh cálculos malditos que me afastarão de casa!
Ahhh, por que tenho que ser assim?
Cadê o sentido disso...
Cheio de nada, coisas, tudo que não tem e não faz sentido
É assim, que ficam as coisas
Coisa: definida como a indefinição de um objeto
Objeto: aquilo que será analisado, o foco
O foco agora é o nada, e por isso chamo de coisa
Dias que nada faz sentido
O sentido está em não existir nada que me tire da inércia sem objetivo
Olhar em volta, ver o quanto se tem, o que se perdeu
O resultado não importa, nada importa
Nada faz sentido, por que nada tem graça
Cores opacas, ofuscadas por luz demais ou escuridão em demasiado
Tons crus, sem graça
Qual o sentido?
Não tem sentido, falta motivação
Tudo está como sempre...
Só o vazio
"uuuuuu gatu pretu cruzou a straadaaaa, passsssouuuuu por debaixo da sca-aada, e lá no fundo azuuuul da noite na florestaa, a lua ilumino-o-ouu a nossa moda festa - a vira-vira-vira vira-vira-vira vira-vira ômi vira-vira-vira lobisôme"
Isso me ocorreu ontem à noite quando mais um disputa de quem sabe mais e gritarias de discussões sem sentido iniciaram-se à minha volta impedindo-me de estudar para a prova de hoje. O que não me impediu de responder todas as questões banais da prova e, como de costume no ensino médio, enrolar os professores de geografia com meus argumentos e conclusões com base naquilo que eles nos passaram em aula.
Certamente foi isso o que me fez ir pra Física e não para a Geografia, é muito fácil enrolar em Geografia, coisa meio impossível na Física, ahhhh cálculos malditos que me afastarão de casa!
Ahhh, por que tenho que ser assim?
Cadê o sentido disso...
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