quarta-feira, março 04, 2009

Formatura da Maluca!

Sábado, 04 de março de 2009.

Depois de uma noite de viagem, cheguei, finalmente à Rua das Acácias, na "Pousada das Princesas". Nomes lindos, não? Dez minutos depois de ter entrado e conversado com a Joyce, a responsável pelo lugar, já estava de pijamas, dormindo feito um bebê!

Acordei por volta do meio dia e fui passear pelo bairro da Carvoeira, nunca vou me acostumar com esse nome, dei a volta ao mundo universitário da UFSC e fui parar no "Pantanal", curiosamente numa lan house, a mesma lan house que havia passado com a Marisa na outra viagem. Ansiosa por encontrar um "novo amigo" que pudesse ter me adicionado, ou pelas novidades do "Cherry". Mas, não, apenas o Soviético online, e o meu blog esperando por uma novidade. Foi então que publiquei o post anterior.

Restava então ir para "casa", dormir mais um pouco e depois me preparar para a grande celebração: a formatura da Isa! \o/

As 19h30 lá estava eu no Centro de Eventos assistindo ao momento mais importante de mais de 100 pessoas!!! Inacreditável, mais de 100 pessoas estavam se formando junto com a Marisa. Profissionais de Letras, licenciados, bacharéis e secretários executivos. A cerimônia foi legal, como já era de se esperar, em três momentos: quando a Isa entrou, depois quando ela pegou o canudo, e por fim, quando o reitor anunciou o fim da cerimônia!

Depois dos "clicks", o Baile!!!!

Estava muito ansiosa por esse baile, mas antes ainda fomos jantar... E senta que lá vem mais história: quantas pessoas, afinal, cabem num Kadete? Hahaha Muito mais do que se espera, podem acreditar. Depois de lotar o carro de uma chilena pra lá de simpática, jantamos.

Mas, o baile!!! Sim, o circo estava formado quando chegamos ao baile. E me senti como naqueles bailes que assistimos nos filmes americanos, uma banda tocando clássicos e meninas de "longo" e meninos de terno e gravata circulando para lá e para cá.

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Seis anos depois, encontro esse post perdido nos rascunhos do blog e me pergunto "Porque não postei?". Houve, e ainda há, momentos em que tenho tantas ideias que acabo por não postar textos prontos, como esse, por achar que precisam de mais um retoque.

Sobre o baile, acabou antes do esperado para a Marisa e eu, mas também me marcou muito o dia seguinte. Passei mais tempo com os pais queridos da "Maluca" e foi muito divertido.

O que veio depois? Não faço a mínima ideia. Esse lance de ter textos sobre as "passagens" da vida é muito legal. Às vezes me pego lendo o meu blog relembrando situações, e até me surpreendendo com histórias sobre as quais escrevi, que pareciam marcantes e já nem me lembro.

Ah! E o post fica publicado sem foto mesmo, porque a Marsa nunca compartilhou comigo. Isso foi antes de feice, insta e whats, so...





sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Perdi vinte nove "amizades"


Perdi vinte nove "amizades"...
Por conta da minha teimosia de querer ser eu mesma, por conta dessa necessidade de reafirmar o que sou, por conta de não me dar por vencida e insistir, persistir, por confiar e lutar por aquilo que acredito, por não agir contra os meus princípios.

Sabe quando acontece uma coisa ruim? Não falo das desgraças dessa vida, mas de coisas ruins, que nos venha a tirar do sério, que para outras pessoas seja uma coisa banal, mas que para nós tem um significado, uma relevância sem precedentes?

Pois bem, hoje foi um dia desses, em que uma coisa ruim aconteceu. Superpreendi-me com a minha ingenuidade. A maioria das pessoas que me conhecem, ou que pensam me conhecer, vêem-me como uma pessoa "esperta", e é com situações como essa, a que se assucedeu hoje, que vejo o quanto essas pessoas estão erradas. Mas, nem tudo está perdido.

Aprendi, e isso não faz muito tempo, como me defender disso, e surpreendo-me ainda com o quanto aperfeiçoei-me no ato de encenar, escorregar e fazer-me de desentendida quando me é conveniente. Se antes por conta da minha teimosia, perdia, hoje acrescento, reinventando-me a cada dia, a cada situação. Quando coisas ruins acontecem, procuro isolá-las e concentrar-me naquilo que realmente importa para mim.

É nesse momento que percebo a beleza de coisas simples como ter mantido uma amiga, de ter brigado por ela (por mais que me zangue ao chegar em casa e encontrar bagunça. Hoje, a bagunça dela me fez feliz). Fazer um brinquedo novo, ou continuar o que já havia começado com aquela que quase se perdeu, ou simplesmente saber que posso pegar o telefone, desabafar, trocar idéias sinceras com alguém real. Abrir o msn e ter contatos que realmente têm razão de lá estarem, que fazem diferença, ou algum sentido.

É isso que define o que "vamos ser quando crescer", se o espelho ou a moldura.

Quando deixaram de fazer de conta que me amavam, aprendi a perdoar e a pedir perdão...
E tive vinte nove amigos.
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Post inspirado na música "Vinte e nove" da banda Legião Urbana, álbum "O descobrimento do Brasil", letra de Renato Russo.


E pra quem tem interesse em ler mais sobre amizade, ficam aí 4 indicações de livros sobre o tema muito bem recomendados pelos leitores.


segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Tá bom, então!
Vamos falar de música.

Mas só se for com muito saudosismo e nostalgia! Trás um caneco de vinho, só ele alimenta a saudade e desprende a língua.

Sinto muito para os que nunca tentaram. Das duas uma: ou não se permitem a provar uma boa bebida alcóolica, ou nunca tiveram amigos competentes. Pois, eu tive! E como era bom sentar naquela sacada desconfortavelmente com um copo, aqui citado como "caneco de vinho" e devanear.

A música é um estado de espírito, e mesmo aqueles espíritos mais inquietos, têm de se render a ela - não dá pra fugir. E uma coisa maluca que acontece com os seres humanos, a alma parece que se alimenta de melodias, pois desde o tempo das cavernas, se é que eles existiram, o homem já se encantava com os sons melódicos e, desde então, esses sons são reproduzidos e reinventados pela humanidade.

Não tenho um caneco de vinho aqui, sequer o amigo de longa data para ajudar a devanear... Tudo o que posso descrever é a lógica de um artigo acadêmico, por que sem o vinho, somos lógico demais.

Ah! Por favor, isso não é, nem de longe, apologia às drogas licitas, não, não... É apenas o desabafo saudoso de um amigo que está longe, a saudade de um tempo, e o silêncio ensurdecedor de condicionadores de ar, automóveis e computadores a minha volta.

"Achei um 3x4 que eu não quis acreditar que tinha sido a tanto tempo atrás
Um exemplo de bondade e respeito do que o verdadeiro amor é capaz."
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