quinta-feira, agosto 13, 2015

My Top 5: Bandas mais ouvidas da semana! e o Pearl Jam

E lá vamos nós, para mais uma semana com Top 5 das bandas mais ouvidas na semana, porque não descobri nenhuma "banda incrível" que merecesse um post exclusivo. Até conheci algumas nos últimos dias, mas, umas preciso ouvir mais, outras não pretendo mais ouvir, então melhor não blogar a respeito.

Isso acontece com mais frequência do que deveria. às vezes fico sabendo de um lançamento, penso em escrever, chego a comentar no Twitter. Daí ouço o álbum, ou a banda, e vejo que não vale a pena. Porque prefiro nem comentar se não for pra falar bem. Não quero ser crítica e polêmica, só dar dicas de coisas legais que tenho ouvido.


Como já era de se esperar, Legião Urbana está presente. E quem continua firme e forte na lista das mais ouvidas é a Banda Scalene. Quem ainda não conhece, deveria reservar um tempo pra ouvir. As primeiras vezes causa certa estranheza por causa do português e o estilo do Gustavo Bertoni (vocal), mas depois, sério, as músicas são muito envolventes. Viciantes!


Explicações à parte, segue a listinha!

Sobre Tocotronic, bem... Se não tem Stornoway, tem eles, é muito bom pra relaxar, acho que nunca mais vou parar de ouvir essas bandas. Spoon (sem opinião) e Pearl Jam dá um capítulo (no caso, um post, ou pelo menos um parágrafo, à parte).

Pearl Jam: a angústia do ano!

Simples: a banda mais linda desse mundo vem à Porto Alegre pela terceira vez e (desta vez) corre um sério risco de eu não presenciar esse momento. Fica aqui o meu protesto, a minha queixa, a minha lamentação a essa máfia chamada "produtoras de shows", que tem crescido o olho e cobrado valores absurdos pelos ingressos. Sério, R$ 460,00 é o preço do ingresso para quem quiser VER o Pearl Jam em Porto Alegre.

É claro que tem os ingressos de pista, de cadeiras e etc. Mas, gente, é um estádio. O que uma pessoa pode ver da banda com tamanha distância? É muita cara de pau cobrar R$300,00 (ou mesmo os R$ 170,00 dos ingressos da pista). Se quisesse apenas ouvir a banda poderia ficar em casa, no youtube. Acho muito injusto o preço tão alto! E não me venham falar em alta do dólar, porque quando o Foo Fighters veio foi pior (o lugar nem tinha arquibancadas), o mesmo foi com o Show dos Backstreet Boys.

Essa novela só acaba quando o show, finalmente, acontecer. Ainda não sei se desenbolso toda essa grana, não sei se amanhã não vai cair do céu uma grana preta e me livrar dessa angústia de talvez não ver uma das minhas bandas preferidas!

Detalhe: estava procurando informações sobre os shows e me deparei com essa resenha, que de forma muito entusiasmada fala do show mais esperado de 2005, e critica o preço dos ingressos (Leia aqui). Parece piada, os preços variavam de R$ 90,00 a R$ 160,00 e foi no gigantinho. Lembro que fiquei na arquibancada lateral e vi tudo perfeitamente. E lembro que nem senti tanto o preço, porque afinal, era show do Pearl Jam, né? Vale a pena ler a resenha, tem até o set list do show.

Curiosidades Pearl Jam x Terrinha Gaúcha

- Porto Alegre foi a primeira cidade brasileira em que eles tocaram! Lembro do Eddie Vedder falando isso e da emoção que foi a abertura da primeira Turnê deles aqui. :)
- Pela terceira vez o shows será em Novembro;
- E pela segunda vez será no dia 11/11!


Bem, e em homenagem a esse evento, claro, um vídeo de uma das mais lindas canções já compostas no universo.

Given to Fly, ao vivo, em Porto Alegre!




Praticamente uma história de amor. E eu não quero ficar de fora dessas; amaldiçoada seja a Ticket4Fun!

domingo, agosto 09, 2015

Doctor Who, a série clássica!

Estreando aqui no blog, Doctor Who! (emocionada de finalmente poder falar sobre sobre essa série que já faz parte da minha vida). Esperei terminar de assistir as primeiras temporadas da série clássica, com o primeiro Doctor, interpretado pelo ator  (agora querido) William Hartnell. Fiz questão de esperar para falar com um pouco mais de propriedade dessa que é uma das séries mais importantes do mundo nerd, que tem um fandom de muito respeito.



Vamos começar pela estrela, William Hartnell, o primeiro Doctor. Brinquei ali sobre ele ser "agora querido" porque logo que comecei a assistir fiquei meio chocada. Os primeiros episódios da série clássica causam uma má impressão, principalmente para quem já assistiu a série moderna, devido a má qualidade das imagens e efeitos (óbvio, maravilhosos para época - 1963) e pela falta de profundidade da personagem.

Fica muito clara a construção e evolução gradual do "Doctor" ao longo dos episódios. Na primeira temporada falta ação, o Doctor é um velho meio dependente dos acompanhantes, ficando bem em segundo plano em algumas histórias. Mas, vai evoluindo e se tornando menos arrogante (em relação aos humanos pelo menos), porque no início o desprezo à inferioridade da raça humana é bem maior, depois parece que ele vai se afeiçoando, e começa a mostrar mais sentimentos pelos acompanhantes.


Aliás, se hoje os acompanhantes pensam em viajar com ele para sempre, naquela época não era bem assim. Eles ficam "presos" devido à falta de controle de onde a T.A.R.D.I.S vai pousar, em princípio, depois se afeiçoam ao Doctor, às aventuras. Mas, todos acabam abandonando a vida de viajantes do tempo, por inúmeros motivos. E isso inclui a Neta do Doctor, Susan Foreman, que atrai seus professores terráqueos, Barbara Wright e Ian Chesterton, pra essa "vida" e depois acaba deixando-os com seu avô.

O tempo que Barbara e Ian ficam na série é muito bom, e deu peninha na despedida. Depois deles é um entra e saí de acompanhantes, quase sempre um casal (pelo menos), o que difere bastante da série atual, onde quase sempre é uma menina - apenas. Esse troca-troca não permite que a gente se apaixone por eles, assim o Doctor e a sua T.A.R.D.I.S são a única constante na série.

O que é muito divertido na série clássica é o improviso e as soluções encontradas para contar histórias tão fantásticas e criativas com tão poucos recursos. Os inimigos, as naves, as materializações da T.A.R.D.I.S e cenas de ação, são bem bizarras (quase sempre) e, quando aceitamos isso, a diversão aumenta. Importante, porque até a terceira temporada do primeiro Doctor, pouco se tem de humor (inacreditável, né?). Mas é isso mesmo, as aventuras são mais dramáticas, com mais ou menos ação, mas pouco do humor que vemos atualmente. Tem algumas situações irônicas, mas não muitas.

Eu cheguei a registrar no Vine alguns dos momentos mais engraçados do 1º Doctor e, embora sejam poucos, é legal que são mesmo engraçados. Ainda mais se for comparar com toda a história recente.


O que chama muito a atenção nesses primeiros passos do Senhor do Tempo é a falta de controle da T.A.R.D.I.S. Além de não mudar mais a forma, eternizando-se na charmosa Blue Police Box, a queridinha tem uma peça quebrada e não regula mais onde ou quando pousar. Mesmo quando ele encontra outro Time Lord (olha os Spoilers), e encontra outra T.A.R.D.I.S e rouba a tal peça para substituição, o problema persiste ao longo das temporadas.

E isso está mesmo me intrigando, ando bem curiosa pra saber quando ele vai arrumar a T.A.R.D.I.S como vemos nas séries atuais, fuçando em tudo. É claro que, mesmo hoje em dia, a T.A.R.D.I.S tem vontade própria, levando o Doctor para onde ela acha que ele tem que ir, e não pra onde ele deseja, mas... Ele tem um certo controle, e muitas vezes coincide o lugar em que ele chega com o de onde quer chegar.

Logo que comecei a assistir a série clássica pensei que seria uma tortura. E persisti para entender melhor a série moderna, e também pra passar o tempo enquanto não chega a nova temporada. Feliz engano! As histórias prendem a nossa atenção e são envolventes porque se nota situações que são citadas pelos novos Doctors, e também pra ver a origem de alguns inimigos.

Os primeiros Daleks, Cybermens, tudo tão rudimentar e já tão bizarros. É muito legal ver que os escritores atuais conseguem mostrar uma continuidade (não discrepante) daquilo que foi criado nos anos 60. Isso faz com que o meu fanatismo pela série aumente, mais e mais.

Só que hoje terminei as temporadas com o 1º Doctor, e já senti um descontentamento com o segundo. Nem assisti ainda, mas estou com saudade do William Hartnell - ele é muito carismático. Aliás, percebi algumas semelhanças entre o 1º e o 11º, a forma como movimenta as mãos e se movimenta em cena - não sei bem. Até passei a respeitar um pouco mais o Matt Smith, embora ele não seja o meu favorito.

Ao terminar essa primeira etapa, fica a expectativa sobre o que mais vou descobrir nas próximas aventuras, com os novos Doctors, até o , onde eu comecei.  E agora devo falar mais sobre isso por aqui - pra evidenciar um pouco mais a minha nerdice! :P


Aqui deixo um pouco do 1º Doctor, pra quem ainda não assistiu, ou quer matar as saudades!



Ah! Quase me esqueço. Quem quiser assistir, pode baixar dá série clássica no Universo Who, o melhor que encontrei até agora para recuperar essas relíquias! ;)

E se quiser saber mais sobre a série, tem esse documentário incrível da BBC: 

quinta-feira, agosto 06, 2015

TOP 5 - As bandas mais ouvidas da semana!

Meu Top 5 das bandas que mais ouvi essa semana está encantador! Nem sempre gosto tanto desses números apresentados pelo Last.fm, porque às vezes acontece de eu ouvir alguma coisa pra conhecer, ou por algum outro motivo, ou esqueço um player tocando tudo que vê pela frente. Sim, acontece! Principalmente com pessoas que vão dormir ouvindo música (meu caso).





Bem, as TOP 5 são essas:


Sobre Tocotronic já andei falando por aqui (leia), é uma banda de indie rock alemã muito boa. The Killers e Queen, por favor, né? Dispensam comentários. Scalene também já andei falando aqui e aqui.

A novidade nessa lista é As Tall As Lions, dica da banda Sound Bullet, sobre a qual fiz o post anterior. A indicação foi tão calorosa e cheia de amor (hahah) que eu tive que ouvir pra tirar a prova. Acabei gostando, a ponto de ela estar aqui entre as mais ouvidas dessa última semana. Outro motivo que me despertou a curiosidade foi o estilo da banda, Math Rock, sobre o qual eu nunca tinha ouvido falar.

Não tenho conhecimento técnico, mas os caras da Sound Bullet explicaram que o diferencial desse estilo é compasso, tem umas combinações inusitadas e etc. Eu ouvi várias e não fui capaz de entender isso, mas, a banda é louca, realmente tem algo de diferente que deixa as músicas muito interessantes.

Mas, essa semana também teve The Proclaimers, Anajo (espero falar um pouco sobre ela ainda, banda Alemã, incrível) e Kaiser Chiefs. Ando numa fase que não consigo passar um dia sem ouvir pelo menos algumas músicas deles. A febre que já tive por The Joy Formidable, The Killers e My Chemical Romance, agora se estende para Kaiser Chiefs e Stornoway (Barbaridade!!).

Eu não conseguiria, não consigo, uma lista com as minhas bandas favoritas, muito menos se tiver que definir a TOP. Mas, essas bandas aí (citadas no parágrafo anterior) estão sempre no meu MP4 (sim, a velha aqui ainda usa dispositivos assim), junto com os álbuns solo do Brandon Flowers, Big Talk, o solo do Mark Stoermer (recomendo muito), e o do Frank Iero and The Cellabrations (sobre os quais Pre-ci-so falar qualquer dia desses).

E para a próxima semana certamente vem Legião Urbana nas listas de top-top, porque ressuscitei meus arquivos aqui e tô curtindo demais. Legião e REM são excelentes companhias para dias não muito bons. Fica a dica! :P

E pra encerrar, As Tal As Lions, pra quem quiser ouvir um pouco dessa loucura.

Circles, numa versão ao vivo, que tá demais!




E era isso! :)

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