terça-feira, janeiro 17, 2017

TOP 10: As músicas mais ouvidas em 2016

Eu sei que eu deveria parar com esses posts inúteis, mas, por outro lado, foram esses tipos de posts que mantiveram o blog vivo. Por muitas vezes pensei em abandonar o blog, assim como em um sem número de vezes compilei textos inteiros na cabeça pensando em vir aqui e despejar tudo, o que acabou não acontecendo por motivo ou outro. Então, se é para manter o "bonde andando", segue o baile.

As músicas mais ouvidas de 2016, é preciso avisar os recém chegados, não se trata dos hits mais ouvidos no ano pela população mundial, nacional, local ou de algum veículo. Na verdade é só um registro do que eu costumo ouvir para: 1º porque eu gosto de números e estatísticas (de vê-los prontos e organizados, é claro), 2º porque gosto de comparar o que ouvia e o que ando ouvindo (só por curiosidade), e 3º vai que alguém se interesse e queira engrossar o número de pessoas que ouve o que eu ouço? As bandas são tão estranhas e desconhecidas que, né?...

Enfim, feitas as explicações, vem a aí o primeiro relatório. As músicas mais ouvidas no Spotify, gerada pelo app. Eu fiquei um pouco surpresa, vi que não reflete bem a realidade que eu imaginava.


Segue a lista das músicas mais ouvidas em 2016, segundo o Spotify e last.fm

 

Bem, discordo da lista do Spotify (um pouco), além de Plutão Já Foi Planeta, ouvi bastante Sound Bullet. São bandas com poucas músicas, que acabo ouvindo repetindo mais vezes do que o normal. E vale dizer que ouço muito música em trânsito, entre um trabalho e outro, com um mp4 (sim eu uso isso ainda, ajuda muito a evitar roubo de celular e é mais prático) e no mp4 não tem contagem das músicas ouvidas. Se tivesse, essa lista teria Travis, Tocotronic e Stornoway. Mais ou menos o que se vê na lista seguinte!

Lista das bandas mais ouvidas (confesso), bem verídica.




Faço parte do 1% mais fanático por Stornoway. Quem não conhece, olha, sugiro. É o tipo de música que inspira, mil elementos, arranjos riquíssimos e melodias que ajudam o cérebro a divagar.

Outra que indico muito é a Sound Bullet. O nome pode enganar, mas é uma banda brasileira, indie rock brasileiro da melhor qualidade! E, por falar em banda brasileira e boa, nessa lista de bandas, senti falta da Scalene, que ouvi BASTANTE em 2016.

E que grande surpresa, nada de The Killers ou My Chemical Romance, embora "Change your mind" e "Demolitions Love" sejam as músicas mais ouvidas até hoje.


Outro dado que gostei dessas listas foi o tempo ouvindo Spotify e os gêneros que mais ouço, que, tirando o "indie pop" que eu nem saberia dizer a que banda se refere, é bem o que gosto de ouvir mesmo: indie rock, rock alternativo e rock. :)

 


Bem, e esse foi o post de top 10, que espero não precisar postar mais esse ano.
=P

sexta-feira, janeiro 13, 2017

Resenha: Admirável mundo novo de Aldous Huxley

Antes tarde do que nunca, principalmente quando se fala da leitura de clássicos. Por isso, parei de ignorar o exemplar do "Admirável mundo novo" que ficava me chamando sempre que eu olhava para a instante.


Mas, antes, um pouquinho de história: no ano passado decidi que iria ler todos os livros que tinha comprado/ganhado antes de comprar novos títulos. Pois bem, não resisti e comprei mais (hahah) mas, li todos os livros, exceto alguns técnicos demais, dos tempos da faculdade. Quando terminei de ler os livros, dei mais uma olhada na estante, e comecei a me incomodar com os livros que não eram meus, mas que estavam lá e que têm potencial. Foi assim que o famigerado "Admirável mundo novo" foi parar na minha bolsa para a leitura.


Agora sim, vamos à resenha! "Admirável mundo novo" de Aldous Huxley

Primeiro, eu confesso que desconhecia detalhes sobre o autor e mesmo pela obra. Apenas sabia que era um clássico de ficção científica. Então, sem qualquer referência, comecei a ler e de cara, não gostei (tão eu!!!). A leitura não flui e por vezes é bem confusa. O autor vai misturando diálogos de personagens que nem estão no mesmo ambiente. Um artifício curioso/diferente mas que não chega a ser empolgante.

Sobre a história, bem, esse ponto merece um parenteses: tenho plena consciência de que li essa obra fora do tempo e totalmente descontextualizada. A parte de ficção científica pra época em que a estória foi contada pela primeira vez deve ter sido, sem dúvida, surpreendente. O universo futurista criado por Aldous Huxley, autor do livro, consegue impressionar levando consideração o ano de lançamento da obra, 1932. É possível compreender como a humanidade chega naquele momento "evolutivo", há justificativas suficientes para se acreditar na possibilidade daquele novo mundo. Pelo menos para mim, aqui de 2017.

Em 1930 certamente foi um escândalo negar Deus, a Família, e a organização social da época, e ainda ter que lidar com uma tecnologia que mesmo em 2017 ainda parece meio distante. Criar humanos em laboratórios, manipulando e condicionando-os desde o embrião. Uau! Sem falar do consumo deliberado de drogas para "esquecer/ser feliz", da liberdade sexual, da divisão da sociedade, enfim... Isso é praticamente o que temos hoje em dia.

Porém, hoje, quando já convivemos com tanta tecnologia, e já assistimos e lemos tantas histórias como Matrix, Serial Experiments Lain, Doctor Who, Star Wars... É fácil acreditar em tudo que Aldous Huxley nos conta, mas também por isso o livro não empolga. A trama não é bem contada, não prende a atenção de um modo que a gente queira ler tudo até o fim em uma noite, então, fora do seu tempo, é só mais um livro.

Não vou desmerecer totalmente, nem dizer que não vale a leitura. Como disse lá no início do texto, é claro que os clássicos são importantes e o "Admirável mundo novo" é essencial para quem gosta de ficção científica. A crítica negativa é mais por eu ter lido ele fora de ordem, fora do seu tempo, o que pra mim é mais um problema. Tem histórias incríveis e atemporais, como Star Wars, como Matrix, coisa que o "Admirável mundo novo" não conseguiu - eu acho!

E é isso, agora sim, começo 2017... Encerrei a leitura do "Admirável mundo novo" agora, e não em 2016, também pelo livro ser chatinho. Agora estou lendo "Um passeio no jardim da vingança". Primeira obra de um novo autor (gaúcho), Daniel Nonohay. Em breve (espero) terá resenha deste também. E dos demais livros de 2016, que vou tentar escrever ainda esse ano!

 =P

quinta-feira, janeiro 12, 2017

Resenha: Doctor Who – Mortalha da Lamentação de Tommy Donbavand

Essa foi a segunda leitura que fiz esse ano. Confesso que a expectativa estava baixa, por ser o 11º doutor (que não é o meu preferido) e por ter a Clara (pior companion da vida). E foi bom não estar esperando muito dessa obra, porque de fato ela não é grandes coisas.



O texto é fraco, poucos detalhes, os personagens não são muito interessantes e nem mesmo o Doutor está bem caracterizado. São poucos os momentos em que o autor nos faz enxergar o Doutor, ou a Clara, aos quais estamos habituados na série de TV. Os diálogos são meio pobres, inclusive, e os argumentos bem fracos. 

Apesar disso, ele resgata bem diversos elementos da série, inclusive da Clássica (a flauta do 2º Doutor aparece na estória, essa foi uma surpresa e tanto). E as trapalhadas tão comuns no Doutor  vivido pelo Matt Smith aparecem em alguns momentos e nessas horas o livro até que vale a pena.

Vale a pena ressaltar que li esse livro depois de um do Douglas Adams, que é simplesmente imbatível! Então hoje, meses depois de ter começado esse post, confesso que fui um pouco rude ao descrevê-lo. Mas, estava escrevendo no calor da hora e essa impressão, no fim, é a que vale, já que a história toda estava mais fresca na memória. No fim, pretendo evitar esse autor, caso apareça algum livro dele na minha frente no futuro.

Depois dele, li outros livros de Doctor Who, nos próximos posts, quem sabe, escrevo  outras resenhas. Para ler mais sobre a série, acesse esse link, onde estão reunidos todos os posts de Doctor Who que já escrevi e que escreverei. 
;)

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